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Publicação

Estudo Fitoquímico dos bolsos de Autonoë Madeirensis

dc.contributor.authorDias, Catarina
dc.contributor.authorDias, Mário
dc.contributor.authorJimeno, M. Luísa
dc.contributor.authorBorges, Carlos
dc.contributor.authorNascimento, José
dc.contributor.authorPaulo, Alexandra
dc.date.accessioned2013-05-29T13:19:06Z
dc.date.available2013-05-29T13:19:06Z
dc.date.issued2003-04
dc.description.abstractAutonoë madeirensis (Menezes) Speta, (Scilla maderensis Menezes), é uma Hyacinthaceae endémica do arquipélago da Madeira sobre a qual, até finais dos anos oitenta, era desconhecida qualquer investigação de natureza fitoquímica, farmacológica ou toxicológica. Por se tratar de uma espécie da flora nacional e porque estudos preliminares demonstraram que os seus bolbos possuíam substâncias com actividade farmacológica e toxicológica (1, 2), considerou-se de todo o interesse aprofundar o estudo fitoquímico daquela espécie vegetal. O estudo fitoquímico processou-se partindo de extractos etanólicos totais fraccionados por solventes de polaridades crescentes, possibilitando a identificação de compostos pertencentes a diferentes grupos químicos. A identificação foi baseada nos dados físicos e espectroscópicos obtidos pelas seguintes técnicas: p.f., UV, IV, GC-FID, GC-NPD, GCEIMS, ESI-MS e ESI-MS/MS, HPLC-UV, 1H-RMN e 13C-RMN (DEPT, 2D 1H,1HCOSY, 1H,1H-NOESY, 1H,1H-TOCSY, HSQC e HMBC). Nos bolbos de A. madeirensis foram identificados pela primeira vez n-alcanos, alcoóis superiores lineares, ácidos e ésteres gordos, uma cetona triterpenóide pentacíclica (a fridelina), fitosteróis livres e um novo ∆7 fitosterol galactosilado (o 3α-O-(β-galactosil)-espinasterol), ácidos e ésteres 2-hidroxilados dicarboxílicos e tricarboxílicos, ésteres fenilpropanóides do ácido p-cumárico e ferúlico, um novo derivado pirimidínico aminado denominado 2-(4'-aminobenzenamina)-pirimidina e um diglucósido flavonóide (o 7-O-[β-glucosil-(1→2)-O-β-glucosil]-apigenina). Foram parcialmente identificadas três antocianinas (cianidina cumaril glicósido, peonidina cumaril glicósido e delfinidina diacetil diglicósido). Da análise dos resultados concluiu-se que os ∆7-esteróis, as flavonas de núcleo apigenina e as antocianinas de núcleo cianidina, peonidina e delfinidina poderão constituir marcadores quimiotaxonómicos do género Autonoë. (1) Dias C. Contribuição para o estudo fitoquímico, farmacológico e toxicológico de Scilla maderensis Mnzs (Prova de Capacidade Científica). Lisboa: Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa; 1991. (2) Dias C, Graça JA, Gonçalves ML. Scilla maderensis, TLC screening and positive inotropic effect of bulb extracts. J Ethnopharmacol 2000; 71(3):487-492.por
dc.description.sponsorshipThis research was supported by the CECF, Faculty of Pharmacy, University of Lisbon, and Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT/POCTI/FEDER) and Project POCTI QUI/119/94 “Structure and Reactivity of Flavonoid Glycosides and Synthetic Analogues: A Fundamental Research by Mass Spectrometry”.por
dc.identifier.citationRevista Portuguesa de Farmácia, LII (1) Supl., 170por
dc.identifier.issn0484-811X
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/8559
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.publisherSociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticaspor
dc.titleEstudo Fitoquímico dos bolsos de Autonoë Madeirensispor
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oaire.citation.conferencePlaceLisboapor
oaire.citation.endPage170por
oaire.citation.issueLII(Supl)por
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oaire.citation.titleRevista Portuguesa de Farmácia e 1º Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticaspor
oaire.citation.volumeLIIpor
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