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De ofício de periferia a arte periférica: a criativização da prática de tatuar

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Se a tatuagem começou por ser profissionalmente dispensada por rufiões tipicamente oriundos de meios operários e populares, ou por indivíduos provenientes de meios subculturais sem qualquer tipo de socialização artística, hoje em dia cada vez mais esta actividade é procurada por jovens detentores de trajectórias de formação artística na área das artes visuais. A entrada destes novos protagonistas no mundo da tatuagem propiciou um intenso processo de criativização desta prática, por via da integração de novos processos, técnicas, metodologias, valores e exigências de trabalho provenientes dessoutros mundos das artes visuais. O velho ofício de periferia vê, assim, elevar-se o seu estatuto simbólico à condição de arte periférica.

Descrição

Palavras-chave

Tatuagem

Contexto Educativo

Citação

Ferreira, V. S. (2013). De ofício de periferia a arte periférica: a criativização da prática de tatuar. Trajectos, Vol. II-1,159-170

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