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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente texto pretende relacionar
e articular o conceito wilso‑
niano de autodeterminação, a forma
como foi acolhido na Conferência de
Paz de Versalhes e desembocou no
sistema de mandatos, com as posi‑
ções e debates da delegação portu‑
guesa à mesma conferência e o seu
impacto na política externa portu‑
guesa. Embora em Versalhes se tenha
confirmado a persistência das posses‑
sões africanas, a visão internaciona‑
lista de Wilson introduziu novos
desafios e encargos para Portugal,
quer pela necessidade de participar
de forma ativa nas novas instituições
internacionais então criadas, quer
pela necessidade de dar resposta aos
novos dispositivos de supervisão e
vigilância por elas lançados.
Descrição
Palavras-chave
Sociedade das Nações, Portugal, autodeterminação, política externa portuguesa.
