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Publicação

Criatividade e doença bipolar

datacite.subject.fosCiências Médicaspt_PT
dc.contributor.advisorSimões, Mário
dc.contributor.authorNunes, Mariana Rodrigues
dc.date.accessioned2017-01-13T17:03:49Z
dc.date.available2017-01-13T17:03:49Z
dc.date.issued2015
dc.descriptionTrabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2015pt_PT
dc.description.abstractA doença bipolar, anteriormente conhecida como doença maníaco-depressiva, afeta 1% da população com incidência igual em ambos os sexos, e é uma perturbação mental responsável pela alternância entre períodos de elevação de humor (mania e/ou hipomania) e crises depressivas. Estas mudanças diferem das alterações de humor experienciadas pelas pessoas saudáveis e são responsáveis por repercussões importantes nas sensações, emoções, ideias e comportamento. Resultam em perdas importantes na saúde, autonomia, personalidade, relações pessoais e profissionais, autonomia financeira, desempenho laboral e académico e são responsáveis por altas taxas de suicídio. A evidência reunida pela presente revisão suporta a ideia de que doentes bipolares têm índices mais altos de criatividade e de que indivíduos criativos em vários ramos artísticos sofrem na sua maioria de algum tipo de perturbação de humor. Técnicas de imagiologia cerebral suportam igualmente a ideia de que a criatividade reside num espectro contínuo com a psicopatologia. A natureza desta associação permanece, no entanto, não totalmente conhecida. Embora a tendência possa ser assumir que os períodos de maior criatividade conduzem a elevações do humor como as verificadas na hipomania e que os períodos de menor criatividade conduzem a estados depressivos, a evidência existente sugere o oposto. O presente trabalho pretende reunir a evidência existente acerca da relação existente entre criatividade e doença bipolar.pt_PT
dc.description.abstractdisorder, formerly known as manic-depressive illness, affects 1% of the population with an equal incidence in both genders it's marked by alternating periods of high mood (mania and /or hypomania) and depressive episodes. These changes differ from the mood swings experienced by healthy people and are responsible for important repercussions on feelings, emotions, ideas and behaviour. They result in major losses in health, autonomy, personality, personal and professional relationships, financial autonomy, work and academic performance and are the cause of high rates of suicide. The evidence gathered by this review supports the idea that bipolar patients have higher levels of creativity and that most of creative individuals in various artistic areas suffer from a mood disorder. Brain-imaging techniques also support the idea that creativity resides in a continuous spectrum with psychopathology. The nature of this association remains, however, not fully known. Despite the possible assumption that the periods of greatest creativity might lead to elevations of mood as those of hypomania and periods of less creativity might lead to depressive states, the existing evidence suggests the opposite. This paper aims to bring together the existing data about the relationship between creativity and bipolar disorder.pt_PT
dc.identifier.tid201059550pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/25880
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCriatividadept_PT
dc.subjectDoença bipolarpt_PT
dc.subjectArtistaspt_PT
dc.subjectDepressãopt_PT
dc.subjectManiapt_PT
dc.subjectSuicídiopt_PT
dc.titleCriatividade e doença bipolarpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado Integrado em Medicinapt_PT

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