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Publicação

Arquitetura paisagista como método de sensibilização para a conservação das espécies e dos seus habitats

dc.contributor.advisorSoares, Ana Luísa
dc.contributor.authorDourado, Laura Marisa Martins Correia
dc.date.accessioned2021-05-06T10:39:40Z
dc.date.available2024-12-01T01:30:56Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionMestrado em Arquitetura Paisagista / Instituto Superior de Agronomia. Universidade de Lisboapt_PT
dc.description.abstractO crescimento demográfico explosivo, a sobrexploração dos recursos naturais e a poluição são apontados como os principais fatores de destruição do planeta, cujas consequências se têm manifestado através de fenómenos naturais extremos e pela extinção em massa de espécies vegetais e animais. Os especialistas defendem que cada individuo pode fazer a diferença através de ações diárias, diminuindo desta forma o impacto negativo e promovendo a sustentabilidade. O presente trabalho pretende contribuir para a determinação das técnicas de design que permitam a sensibilização dos visitantes para a conservação da vida selvagem e dos seus habitats. Este processo de sensibilização e educação é defendido por muitos autores como a grande missão destes espaços. Após a análise de diferentes obras compreendemos que o sucesso de um zoo está intimamente relacionado com a experiência do visitante e que apenas experiências estimulantes vão conduzir à aprendizagem. Vamos ao longo do trabalho verificar as condições necessárias para a ocorrência de aprendizagem tendo como referência aos trabalhos das arquitetas paisagistas Monika Ebenhöh e Bárbara Brem. Após compreendermos as necessidades do visitante, debruçamo-nos sobre o design de zoos, definindo um conjunto de técnicas que procuram trabalhar a perceção dos visitantes contribuindo para os aproximar da natureza e para os levar a agir. Através da pesquisa efetuada compreendemos a necessidade de existir um documento que resume todas as análises realizadas e que propõe alterações a longo prazo para as instituições – o plano diretor. Este documento pretende uniformizar as intervenções de forma a que mesmo que se altere a equipa do zoo, os objetivos pensados não se percam. Assumindo a importância deste documento realizámos, no final, um pequeno plano diretor do Jardim Zoológico em Lisboa. Tendo em conta a estreita relação entre as necessidades do visitante e o sucesso da missão das instituições, concluímos que estamos a assistir a um reposicionamento da estratégia dos zoos voltando a haver uma preocupação com o visitante e a sua experiência. No entanto, ao contrário do que aconteceu no passado, prevalece o bem-estar dos animais e o respeito pela naturezapt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationDourado, L.M.M.C. - Arquitetura paisagista como método de sensibilização para a conservação das espécies e dos seus habitats. Lisboa: ISA, 2019, 121 p.pt_PT
dc.identifier.tid203614569
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/21260
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISApt_PT
dc.subjectdesign de zoospt_PT
dc.subjectconservaçãopt_PT
dc.subjectimersãopt_PT
dc.subjectaprendizagem em cenário informalpt_PT
dc.subjectplano diretorpt_PT
dc.titleArquitetura paisagista como método de sensibilização para a conservação das espécies e dos seus habitatspt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.embargofctO trabalho foi realizado em contexto institucional e a instituição de acolhimento solicitou confidencialidade dos dadospt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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