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Arquitetura paisagista como método de sensibilização para a conservação das espécies e dos seus habitats

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Resumo(s)

O crescimento demográfico explosivo, a sobrexploração dos recursos naturais e a poluição são apontados como os principais fatores de destruição do planeta, cujas consequências se têm manifestado através de fenómenos naturais extremos e pela extinção em massa de espécies vegetais e animais. Os especialistas defendem que cada individuo pode fazer a diferença através de ações diárias, diminuindo desta forma o impacto negativo e promovendo a sustentabilidade. O presente trabalho pretende contribuir para a determinação das técnicas de design que permitam a sensibilização dos visitantes para a conservação da vida selvagem e dos seus habitats. Este processo de sensibilização e educação é defendido por muitos autores como a grande missão destes espaços. Após a análise de diferentes obras compreendemos que o sucesso de um zoo está intimamente relacionado com a experiência do visitante e que apenas experiências estimulantes vão conduzir à aprendizagem. Vamos ao longo do trabalho verificar as condições necessárias para a ocorrência de aprendizagem tendo como referência aos trabalhos das arquitetas paisagistas Monika Ebenhöh e Bárbara Brem. Após compreendermos as necessidades do visitante, debruçamo-nos sobre o design de zoos, definindo um conjunto de técnicas que procuram trabalhar a perceção dos visitantes contribuindo para os aproximar da natureza e para os levar a agir. Através da pesquisa efetuada compreendemos a necessidade de existir um documento que resume todas as análises realizadas e que propõe alterações a longo prazo para as instituições – o plano diretor. Este documento pretende uniformizar as intervenções de forma a que mesmo que se altere a equipa do zoo, os objetivos pensados não se percam. Assumindo a importância deste documento realizámos, no final, um pequeno plano diretor do Jardim Zoológico em Lisboa. Tendo em conta a estreita relação entre as necessidades do visitante e o sucesso da missão das instituições, concluímos que estamos a assistir a um reposicionamento da estratégia dos zoos voltando a haver uma preocupação com o visitante e a sua experiência. No entanto, ao contrário do que aconteceu no passado, prevalece o bem-estar dos animais e o respeito pela natureza

Descrição

Mestrado em Arquitetura Paisagista / Instituto Superior de Agronomia. Universidade de Lisboa

Palavras-chave

design de zoos conservação imersão aprendizagem em cenário informal plano diretor

Contexto Educativo

Citação

Dourado, L.M.M.C. - Arquitetura paisagista como método de sensibilização para a conservação das espécies e dos seus habitats. Lisboa: ISA, 2019, 121 p.

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