Publicação
Jardins verticais: utilização para fins terapeûticos
| dc.contributor.advisor | Soares, Ana Luísa | |
| dc.contributor.author | Rodrigues, Raquel Sofia Rocha | |
| dc.date.accessioned | 2019-09-19T11:32:34Z | |
| dc.date.available | 2019-09-19T11:32:34Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description | Mestrado em Arquitetura Paisagista - Instituto Superior de Agronomia / UL | pt_PT |
| dc.description.abstract | O desenvolvimento urbano e a mudança de populações do espaço rural para o espaço urbano promoveu a rutura da ligação entre o Homem e a Natureza. Os espaços verdes têm desempenhado um importante papel no colmatar dessa rutura. No entanto a impermeabilização intensa de todo o espaço urbano, tem reduzido a possibilidade de espaços verdes em superfície. Os jardins verticais têm vindo a desempenhar um relevante papel nesta falta de disponibilidade de espaço horizontal. Existem, essencialmente, quatro categorias de jardins verticais – fachadas verdes diretas, fachadas verdes indiretas, paredes vivas contínuas e paredes vivas modulares -, cujos sistemas podem ser constituídos por vários tipos de estruturas fixas ou não a uma parede interior ou exterior. Os jardins verticais podem ser analisados e avaliados em termos da sua sustentabilidade, são quantificados alguns parâmetros tais como os custos de cada estrutura, etc. Contudo existem fatores, igualmente importantes, ligados aos impactos psicológicos e físicos no Homem e na sua qualidade de vida que, devido à sua subjetividade, não são possíveis de determinar valores específicos. A escolha mais apropriada de modelo de jardim vertical deve ser efetuada tendo em consideração todos os elementos objetivos ou subjetivos, inclusive as necessidades e características do espaço e utilizadores. O presente trabalho tem um caso de estudo que consiste na implementação de um jardim vertical que ajude a melhorar a qualidade do espaço e da vida dos utentes, funcionários e visitantes, numa unidade de serviço social, o lar residencial “Residência dos Avós “situado no Tojalinho, Concelho de Loures, cuja falta de área horizontal impede a criação de um jardim “comum” | pt_PT |
| dc.description.version | N/A | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Rodrigues, R.S.R. - Jardins verticais: utilização para fins terapêuticos. Lisboa:ISA, 2019, 79 p. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 203614208 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/18355 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | ISA/UL | pt_PT |
| dc.subject | jardim vertical | pt_PT |
| dc.subject | jardim terapêutico | pt_PT |
| dc.subject | sustentabilidade | pt_PT |
| dc.title | Jardins verticais: utilização para fins terapeûticos | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
