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Orientador(es)
Resumo(s)
A educação artística passa por circunstâncias paradoxais, que se originam na sua essencialidade plástica: o desenho cada vez é menos praticado no papel e cada vez é mais praticado no ecrã. A experiência plástica do corpo a corpo, da “afinidade” através da convenientia, da aemulatio, da analogia, e das simpatias (Foucault), pode já ser cada vez mais reduzida, ou mesmo residual. Hoje a experiência digital antecede a experiência analógica desde a mais tenra idade, e este é um novo contexto que nos mostra águas desconhecidas. Haverá uma “fraqueza analógica” contemporânea? Como fundar uma experiência quando o digital já quase antecede o analógico, na educação e no desenvolvimento da criança?Como compreender o desconhecido com base no desconhecido? Diga-se, no mínimo, que em Educação Artística, a Matéria-Prima complicou-se. Os 18 artigos aqui presentes dão um contributo vivo para uma reflexão, tanto sobre a sua operacionalização como sobre a sua concetualização, atenta às contradições e paradoxos, disponível para os novos contributos, as novas intervenções.
Descrição
Palavras-chave
Arte Estudo e Ensino Periódicos
Contexto Educativo
Citação
Editora
Centro de Investigação e de Estudos em Belas Artes, Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa
