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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A motivação dos formandos da Marinha portuguesa têm vindo a ganhar
notória importância. No entanto, a falta de estudos sobre estes construtos em formandos é
destacada por teorias várias, sobretudo as cognitivo-sociais. Pretende-se, com esta
investigação, estudar como se caracterizam a motivação, o autoconceito, o envolvimento e
a autoeficácia dos formandos dos Cursos de Formação de Sargentos, como se relacionam
estas variáveis entre si, e quais os seus fatores. A amostra é constituída por 149 formandos dos cursos iniciados em 2011 e em 2012. A metodologia incluiu a Utrecht Work
Engagement Scale, na sua adaptação portuguesa (Porto-Martins & Benevides-Pereira, 2008); a Escala de Avaliação do Envolvimento, criada para o presente estudo (Frade e Veiga, no prelo); a “Escala de Motivação para a Aprendizagem” (Zenorini & Santos, 2008); a Teacher self-concept evaluation scale (TSCES), de Villa e Calvete (2001), previamente adaptada (Veiga, Gonçalves, Caldeira e Zuniga, 2006); a Escala de Autoeficácia Geral
Percebida, de Nunes, Schwarzer e Jerusalém (1999) e a Escala de Avaliação da
Autoeficácia – Adultos, criada para o presente estudo (Frade e Veiga, no prelo). Os
resultados do projeto apresentado serão analisados numa perspetiva cognitivo-social,
desenvolvimentista e de realização profissional. Recomendações derivadas com aplicação na Marinha são também esperadas.
Descrição
Comunicação efetuada no âmbito de Tese de Doutoramento.
Palavras-chave
Crenças motivacionais Autoconceito Marinha Portuguesa
Contexto Educativo
Citação
Frade, A., & Veiga, F. (2013, Setembro). Crenças motivacionais e autoconceito em adultos: Um estudo em formandos dos cursos de formação de sargentos da Marinha Portuguesa. Atas do XII Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia (pp. 5110- 5124). Universidade do Minho, Braga, Portugal
