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Publicação

Incorporação da microalga Nannochloropsis oceanica na alimentação de cavalos. Uma nova fonte de ácido eicosapentaenóico

dc.contributor.authorRodrigues, Afonso Fernando Marques Bordalo de Madeira
dc.date.accessioned2021-05-17T13:04:53Z
dc.date.available2021-05-17T13:04:53Z
dc.date.issued2020
dc.descriptionMestrado em Engenharia Zootécnica - Produção Animal / Instituto Superior de Agronomia / Faculdade de Medicina Veterinária. Universidade de Lisboapt_PT
dc.description.abstractUm dos maiores desafios na nutrição de cavalos de desporto é a formulação de uma dieta equilibrada que mantenha o bem-estar, saúde e adicionalmente permita a melhoria da performance. Os PUFA ómega-3 ao estarem envolvidos num grande número de funções fisiológicas despertam um grande interesse, proporcionando benefícios como melhoria do sistema reprodutivo e da resposta inflamatória. Nos últimos anos, as microalgas marinhas têm sido utilizadas na alimentação humana e animal como fonte de PUFA ómega-3, devido ao seu alto conteúdo em ácidos eicosapentaenóico (EPA, 20: 5n-3) e docosahexaenóico (DHA, 22: 6n-3). Este trabalho visa explorar a introdução da microalga Nannochloropsis oceanica, como fonte de EPA para equinos. Durante 112 dias, 8 cavalos Lusitanos saudáveis adultos foram divididos em dois grupos: um de controlo (C) e um grupo suplementado com a microalga (A). A introdução da microalga na dieta foi progressiva, tendo havido amostragens de sangue e fezes no período de adaptação (28 dias), no período de alimentação com a alga (28 dias) e no período após a remoção da alga (“Washout” - 56 dias). A Nannochloropsis oceanica (contendo 4.8 g de EPA) foi fornecida diariamente aos cavalos, na quantidade de 200 g, misturada com o alimento composto comercial. Com a introdução da microalga na dieta, o teor de EPA, subiu de 0 para 1.71 % do total de ácidos gordos no plasma, tendo-se verificado igualmente uma subida do EPA de 0 para 0.76 % no total de ácidos gordos, ao nível dos eritrócitos. Após a remoção da microalga da dieta, os teores de EPA decresceram rapidamente. Através do cálculo da digestibilidade aparente do EPA, obteve-se um valor de 95%, este que indica que o EPA contido na Nannochloropsis oceanica é absorvido e digerido no trato gastrointestinal. Dependendo do preço e da disponibilidade, considera-se que esta microalga, poderá vir a ser uma fonte alternativa de EPA para equinospt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.citationRodrigues, A.F.M.B.M. - Incorporação da microalga Nannochloropsis oceanica na alimentação de cavalos. Uma nova fonte de ácido eicosapentaenóico. Lisboa: ISA, 2020, 74 p.pt_PT
dc.identifier.tid203085043
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/21308
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISApt_PT
dc.subjectNannochloropsis oceanicapt_PT
dc.subjectequinospt_PT
dc.subjectEPApt_PT
dc.subjectPUFA omega-3pt_PT
dc.titleIncorporação da microalga Nannochloropsis oceanica na alimentação de cavalos. Uma nova fonte de ácido eicosapentaenóicopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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