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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A atividade física contribui para a promoção da saúde e bem-estar dos jovens, contudo o stress mecânico pode provocar lesões.
Objetivo: Verificar a associação entre a incidência de dor em diferentes regiões do corpo e a morfologia, o nível de maturidade e o nível de AF, em atletas praticantes de desportos de competição e não atletas.
Métodos: Foram avaliados 137 participantes do sexo masculino com idade média de 13,4±1,2 anos, divididos em três grupos (futebol, outras modalidades, não atletas). A AF e a dor foram avaliadas por questionário; o tipo morfológico pelo método de Heath & Carter e o nível de maturidade pela idade óssea.
Resultados: Quanto aos resultados do nosso estudo foi possível verificar que a quantidade de atividade física total é um fator importante na perceção de dor, assim como a competição.
Conclusão: Concluímos que a robustez física relativa é um fator protetor da ocorrência de dor nos membros superiores para a totalidade da amostra e para os futebolistas enquanto a participação em desportos de competição é um fator de risco. O tempo despendido em atividade física teve um efeito negligenciável na ocorrência de dor, especificamente na dor localizada nos membros superiores, em futebolistas e na amostra total. O nível de maturidade não se revelou significativo para a predição de dor.
Descrição
Mestrado em Exercício e Saúde
Palavras-chave
Actividade física Adolescência Dor Futebol Maturidade Saúde músculo-esquelética
Contexto Educativo
Citação
Silva, Tiago dos Santos e (2013) - Saúde músculo-esquelética em jovens atletas e não atletas. Dissertação de Mestrado. Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Motricidade Humana.
