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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O desenho, no campo disciplinar da arquitetura, é diversas vezes percebido como algo mental, elaborado pelo esquiço e enquadrado no laboratório do projeto da arquitetura, refletido no seu limite de liberdade poética e plástica ou como elemento de representação. Mas, no âmbito de uma pesquisa académica, a utilização do desenho, é pouco observável como um instrumento fundamental numa relação de análise e síntese na investigação de arquitetura. O presente artigo toma como base a minha tese de doutoramento “O Moderno Português na sua expressão tectónica. Anatomia construtiva aplicada à habitação unifamiliar em Portugal, 1948- 1955”. Onde o redesenho é reconhecido como método analítico; apresenta-se ligado à sua especificidade narrativa; torna-se numa ferramenta de análise interpretativa da dissecação do corpo anatómico construtivo da arquitetura, o qual é descodificado em nexos tectónicos; reflete uma síntese ontológica que pressupõe resolução de questões construtivas da arquitetura moderna portuguesa. O redesenho assume-se como ferramenta do investigador e também é considerado como um resultado do trabalho de investigação.
Descrição
Palavras-chave
Desenho Arquitectura Investigação Teoria da arte Arte-História Portugal
Contexto Educativo
Citação
In: Expressão múltipla II : teoria e prática do desenho : atas das conferências. - Lisboa, 2019, p. 167-177
Editora
Universidade de Lisboa, Faculdade de Belas-Artes, Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes
