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Resumo(s)
The rapid shift toward remote work, driven by technological advancements and evolving workplace attitudes, has created a complex interplay between employee autonomy and organizational control mechanisms. Existing literature suggests that remote work environments challenge traditional control models, demanding a reevaluation of management practices.
This study explores how autonomy and control coexist in remote work environments, focusing on how organizations balance the freedom granted to employees. Using a qualitative research approach, the study employs a case study analysis of two companies. Data is collected through semi-structured interviews with managers and employees, as well as documentary analysis of organizational remote work policies. The analysis reveals that autonomy enhances employee motivation, creativity, and ownership, while control mechanisms, such as project management tools, are essential for ensuring productivity and coherence.
The study explores the balance between autonomy and control, highlighting the importance of trust, communication, and feedback in fostering successful remote work environments. The results contribute to a deeper understanding of how organizations can optimize the balance between autonomy and control. The study concludes with recommendations for managers on how to leverage technology, adapt control mechanisms, and nurture trust to achieve a productive and engaged remote workforce.
A rápida transição para o trabalho remoto, impulsionada pelos avanços tecnológicos e pela evolução das atitudes no local de trabalho, criou uma interação complexa entre a autonomia dos colaboradores e os mecanismos de controlo organizacional. A literatura existente sugere que os ambientes de trabalho remoto desafiam os modelos tradicionais de controlo, exigindo uma reavaliação das práticas de gestão. Este estudo explora como a autonomia e o controlo coexistem em ambientes de trabalho remoto, focando-se em como as organizações equilibram a liberdade concedida aos colaboradores. Utilizando uma abordagem de investigação qualitativa, o estudo recorre à análise de estudo de caso de duas empresas. Os dados são recolhidos através de entrevistas semi-estruturadas com gestores e colaboradores, bem como da análise documental das políticas de trabalho remoto das organizações. A análise revela que a autonomia aumenta a motivação, a criatividade e o sentido de responsabilidade dos colaboradores, enquanto os mecanismos de controlo, como as ferramentas de gestão de projectos, são essenciais para garantir a produtividade e a coerência. O estudo explora o equilíbrio entre autonomia e controlo, destacando a importância da confiança, comunicação e feedback para o sucesso em ambientes de trabalho remoto. Os resultados contribuem para uma compreensão mais profunda de como as organizações podem optimizar este equilíbrio. O estudo conclui com recomendações para gestores sobre como tirar partido da tecnologia, adaptar os mecanismos de controlo e fomentar a confiança para alcançar uma força de trabalho remota produtiva e comprometida.
A rápida transição para o trabalho remoto, impulsionada pelos avanços tecnológicos e pela evolução das atitudes no local de trabalho, criou uma interação complexa entre a autonomia dos colaboradores e os mecanismos de controlo organizacional. A literatura existente sugere que os ambientes de trabalho remoto desafiam os modelos tradicionais de controlo, exigindo uma reavaliação das práticas de gestão. Este estudo explora como a autonomia e o controlo coexistem em ambientes de trabalho remoto, focando-se em como as organizações equilibram a liberdade concedida aos colaboradores. Utilizando uma abordagem de investigação qualitativa, o estudo recorre à análise de estudo de caso de duas empresas. Os dados são recolhidos através de entrevistas semi-estruturadas com gestores e colaboradores, bem como da análise documental das políticas de trabalho remoto das organizações. A análise revela que a autonomia aumenta a motivação, a criatividade e o sentido de responsabilidade dos colaboradores, enquanto os mecanismos de controlo, como as ferramentas de gestão de projectos, são essenciais para garantir a produtividade e a coerência. O estudo explora o equilíbrio entre autonomia e controlo, destacando a importância da confiança, comunicação e feedback para o sucesso em ambientes de trabalho remoto. Os resultados contribuem para uma compreensão mais profunda de como as organizações podem optimizar este equilíbrio. O estudo conclui com recomendações para gestores sobre como tirar partido da tecnologia, adaptar os mecanismos de controlo e fomentar a confiança para alcançar uma força de trabalho remota produtiva e comprometida.
Descrição
Mestrado Bolonha em Gestão e Estratégia Industrial
Palavras-chave
Remote Work Employee Autonomy Control Mechanisms Organizational Control Case Study Trabalho Remoto Autonomia dos Colaboradores Mecanismos de Controlo Controlo Organizacional Estudo de Caso
Contexto Educativo
Citação
Ohanma, Deborah Osse (2024). “The interplay between autonomy and control mechanisms in remote work environments”. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão
Editora
Instituto Superior de Economia e Gestão
