| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 3.19 MB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
É conhecido o confronto ocorrido em finais do século XVIII entre António
Ribeiro dos Santos (1745-1818), lente jubilado de Cânones da Universidade
de Coimbra e bibliotecário-mor da Real Biblioteca Pública da Corte, e o
matemático, militar e professor na Academia Real da Marinha Francisco de
Borja Garção Stockler (1759-1829) a propósito daquele que parece ter sido
o primeiro projecto pós-pombalino de reforma dos estudos em Portugal.
Apresentado anonimamente à Academia Real das Ciências de Lisboa, em
1799, sabe-se que este projecto foi elaborado por Garção Stockler a partir
de directrizes por certo concertadas com D. João Carlos de Bragança, 2.º
duque de Lafões, presidente da Academia e seu protector. O documento
em causa seria avaliado por uma comissão académica composta por três
censores, um dos quais Ribeiro dos Santos, a quem coube redigir o parecer
desfavorável que acabaria por condenar o “Plano de Instrução Nacional”
delineado por Stockler (carvalho, 2001: 507-512).
Descrição
Palavras-chave
Francisco de Borja Garção Stockler António Ribeiro dos Santos Estudos de cartografia antiga Portugal 1805-1817
Contexto Educativo
Citação
Oliveira, F. R. de (2015). Francisco de Borja Garção Stockler versus António Ribeiro dos Santos: os primeiros estudos de cartografia antiga em Portugal, 1805-1817. In F. R. de Oliveira (ed.), Cartógrafos para toda a Terra. Produção e circulação do saber cartográfico ibero-americano: agentes e contextos (pp. 1013-1041). Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal; Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa; Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade dos Açores. ISBN 978-972-565-529-0
