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Orientador(es)
Resumo(s)
Substantial uncertainty exists about the effectiveness of fiscal policy in reducing the
negative consequences associated to climate change. The concern about environmental
sustainability has increased significantly since the Twenty-First session of the Conference
of the Parties (COP 21), and literature have been focused in studying the impact of
government expenditure or fiscal policy on carbon dioxide emissions (Zhang, 2021; Ike
et al., 2020). Incorporating evidence from the literature this study tests the effectiveness
of the fiscal policy, calculated by Principal component analysis methodology, measured
by tax revenues and Government expense, on environmental degradation. Annual data
from 1990 to 2021 has been used and in addition gross domestic product, energy
consumption, and fiscal policy were selected as independent variables for the ARDL
(Autoregressive Distributed Lag) model, to test the fiscal policy on the independent
variable, greenhouse emissions. This work is based on a sample of 29 countries, with
different incomes and different with different degrees level of development. Results
revealed that fiscal policy is effective for most of the countries selected in the sample,
showing long-run inverse trend relationship between fiscal policy and Greenhouse
emissions. From the total sample, only seven countries showed no long-run relationship
between fiscal policy and the environment, concluding that environmental tax reform is
needed. From the overall results in this study, was concluded that fiscal policy is an
effective instrument and should be applied to the countries, to achieve global targets for
the environment, mitigation of greenhouse emissions, although some reforms are needed
for specific countries with no cointegration.
O efeito da política orçamental na minimização das consequências nefastas associadas às alterações climáticas é incerto. A preocupação com a sustentabilidade ambiental aumentou significativamente desde a 21ª sessão da Conferência das Partes e a literatura tem-se concentrado no estudo do impacto das despesas governamentais ou da política orçamental sobre as emissões de dióxido de carbono (Zhang, Jihuan., 2021; Ike et al., 2020). Com base na literatura, este estudo testa a eficácia da política orçamental , calculada pela metodologia de análise de componentes principais, medida pelas receitas fiscais e despesas governamentais, sobre a degradação ambiental. Foram utilizados dados anuais de 1990 a 2021 e, o produto interno bruto, o consumo de energia e a política orçamental foram seleccionados como variáveis independentes para o modelo Autoregressive Distributed Lag, a fim de testar a política orçamental sobre a variável independente, as emissões de gases com efeito de estufa. Este trabalho é baseado numa amostra de 29 países, com diferentes rendimentos e diferentes níveis de desenvolvimento. Os resultados revelaram que a política orçmanental apresenta uma relação de cointegração para a maioria dos países mostrando uma relação com tendência inversa de longo prazo entre a política orçamental e as emissões de gases com efeito de estufa. Da amostra total, apenas sete países não mostraram qualquer relação de longo prazo , concluindo que é necessária uma reforma orçamemtal ambiental. Dos resultados globais deste estudo, concluiu-se que a política orçamental é um instrumento com influencia nos gases efeito de estufa e deve ser aplicada para atingir metas globais para o ambiente, mitigação dos efeito dos gases efeito de estufa, embora sejam necessárias algumas reformas para países específicos sem cointegração.
O efeito da política orçamental na minimização das consequências nefastas associadas às alterações climáticas é incerto. A preocupação com a sustentabilidade ambiental aumentou significativamente desde a 21ª sessão da Conferência das Partes e a literatura tem-se concentrado no estudo do impacto das despesas governamentais ou da política orçamental sobre as emissões de dióxido de carbono (Zhang, Jihuan., 2021; Ike et al., 2020). Com base na literatura, este estudo testa a eficácia da política orçamental , calculada pela metodologia de análise de componentes principais, medida pelas receitas fiscais e despesas governamentais, sobre a degradação ambiental. Foram utilizados dados anuais de 1990 a 2021 e, o produto interno bruto, o consumo de energia e a política orçamental foram seleccionados como variáveis independentes para o modelo Autoregressive Distributed Lag, a fim de testar a política orçamental sobre a variável independente, as emissões de gases com efeito de estufa. Este trabalho é baseado numa amostra de 29 países, com diferentes rendimentos e diferentes níveis de desenvolvimento. Os resultados revelaram que a política orçmanental apresenta uma relação de cointegração para a maioria dos países mostrando uma relação com tendência inversa de longo prazo entre a política orçamental e as emissões de gases com efeito de estufa. Da amostra total, apenas sete países não mostraram qualquer relação de longo prazo , concluindo que é necessária uma reforma orçamemtal ambiental. Dos resultados globais deste estudo, concluiu-se que a política orçamental é um instrumento com influencia nos gases efeito de estufa e deve ser aplicada para atingir metas globais para o ambiente, mitigação dos efeito dos gases efeito de estufa, embora sejam necessárias algumas reformas para países específicos sem cointegração.
Descrição
Mestrado Bolonha em Economia
Palavras-chave
Greenhouse emissions Fiscal Policy Index Cointegration Tax reform ARDL model Principal Component Analysis Emissões de gases efeitos de estufa Indice de politica orçamental Cointegração Reforma fiscal modelo ARDL Análise de Componentes Principais
Contexto Educativo
Citação
Carvalho, Madalena Costa Santos Ivo de (2022). “Does fiscal policy affect the environment? An empirical exploration”. Dissertação de Mestrado. Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão
Editora
Instituto Superior de Economia e Gestão
