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Os poejos na boa cozinha portuguesa

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O poejo (Mentha pulegium L.) e a hortelã-da-ribeira (Mentha cervina L.) também conhecida por poejo-fino e erva-peixeira, pertencem à família Lamiaceae (Labiadas) e têm uma longa história como ervas aromáticas e plantas medicinais na etnografia portuguesa. As duas espécies são autóctones do sudoeste da Península Ibérica (Estrelles et al., 2004), são plantas vivazes, estolhosas, com folhagem aromática e ocorrem, geralmente, em locais húmidos e encharcados, em valas, margens de linhas de água e no caso concreto da M. cervina em “charcos temporários mediterrânicos” - habitat prioritário NATURA 3170 (Espírito Santo et al., 2003). A hortelã-da-ribeira é uma planta que ocorre em sítios húmidos e pantanosos e, presentemente, considera-se que é uma espécie em risco, devendo por isso ser limitada a sua colheita in situ. Em Portugal, inicia o seu desenvolvimento na Primavera, floresce durante o Verão e, completa o seu ciclo de vida em sete meses (Figura 1). O poejo também ocorre em lugares húmidos ou inundados de Inverno, valas e linhas de água, sendo ainda abundante e frequente no país. Em Portugal encontra-se em floração de Junho a Outubro

Descrição

Palavras-chave

poejos Mentha cervina Mentha pulegium

Contexto Educativo

Citação

Monteiro A., Póvoa O., Marinho S., Rodrigues L., Monteiro P., 2008, Os poejos na boa cozinha portuguesa. ISAPress, Lisboa, 106 p.

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