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Orientador(es)
Resumo(s)
O estudo das elites comerciais de Oitocentos exige a análise de redes sociais e familiares, potenciadoras de progressão social e de acumulação de fortuna. Os Ferreiras dos Anjos provinham de uma desconhecida família de lavradores da aldeia do Cabeçudo, distrito de Castelo Branco. Os irmãos António (n. 1815), Flamiano (n. 1816), Polycarpo (n. 1820) e Bernardino (n. 1823) deixaram a terra natal, em finais da década de 1830, rumo a Lisboa, com o intuito de participarem na fundação da firma de importação e exportação de têxteis Anjos & C.ª. Com a presente comunicação revelamos um dos elementos da segunda geração mais bemsucedidos, social e economicamente: Polycarpo Pecquet Ferreira dos Anjos (1846-1905), filho de Flamiano. Polycarpo, "proprietário e comerciante" (assim se apresentava em 1886), estudou em Manchester e contraiu matrimónio, em Agosto de 1871, com Alice Joyce Munró. Polycarpo Anjos alcançou, na última vintena de anos de vida, proeminente distinção social e económica, tendo, em Abril de 1890, sido eleito Par do Reino.
A comunicação que se apresenta visa apresentar o indivíduo, descrever e tentar a análise dos sucessos verificados e também reflectir sobre a importância das redes sociais e familiares.
Descrição
Palavras-chave
Ascensão Social Pariato Século XIX Elites Fortuna
Contexto Educativo
Citação
Antunes, Alexandra de Carvalho, «Polycarpo Pecquet Ferreira dos Anjos (1846-1905): proprietário, comerciante e par do reino», Actas da XXXIII Conferência da Associação Portuguesa de História Económica e Social, 2013, Braga, Portugal.
Editora
Universidade do Minho
