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Orientador(es)
Resumo(s)
Este artigo objetivou verificar evidências psicométricas (validade e precisão) de adequação da Escala Trifatorial da Identidade
social (ETIS) ao contexto profissional, realizando-se dois estudos. No Estudo 1, participaram 465 policiais militares do DF, a
maioria do sexo masculino (88%), com idade média de 38,78 (DP =7,08). Eles responderam a ETIS e perguntas demográficas.
A análise dos componentes principais indicou a estrutura trifatorial, cujos alfas de Cronbach foram 0,83 (centralidade), 0,82
(afeto) e 0,86 (laços). No Estudo 2, participaram 451 policiais militares do DF, a maioria do sexo masculino (88,7%), com idade
média de 39,25 (DP = 6,73). Testou-se a estrutura trifatorial por meio de análise fatorial confirmatória. Os indicadores de ajuste
foram satisfatórios (Χ2
/gl = 2,67; CFI = 0,98; GFI = 0,98; RMSEA = 0,061). A confiabilidade, medida pelo Rho de Jöreskog,
mostrou-se adequada, sendo 0,87 (centralidade), 0,87 (afeto) e 0,91 (laços). Os indicadores do estudo exploratório e confirmatório demonstraram adequações psicométricas satisfatórias. Por fim, a ETIS mostrou validade convergente e discriminante para
o contexto profissional.
Descrição
Palavras-chave
teoria da identidade social, identidade profissional, instrumento de medida, polícia, validade
Contexto Educativo
Citação
Gomes Nascimento, T., & Castro Lucas de Souza, E. (2017). Escala Trifatorial da Identidade Social (ETIS): Evidências de sua Adequação Psicométrica. Psico-USF, 22(2), 217-234.
