Publicação
A inutilidade da ilegalidade em contencioso constitucional
| dc.contributor.advisor | Morais, Carlos Blanco de | |
| dc.contributor.author | Silva, Maria Carlos Brito | |
| dc.date.accessioned | 2015-02-18T20:15:44Z | |
| dc.date.available | 2015-02-18T20:15:44Z | |
| dc.date.issued | 2014-12-09 | |
| dc.description.abstract | A fiscalização da constitucionalidade e da legalidade das normas jurídicas (v.g., normas que constem de leis, de decretos-leis, de decretos legislativos regionais, entre outros), i.e., o controlo da conformidade com as regras e princípios da Constituição efectuada pelo Tribunal Constitucional representa mecanismos de controlo, garantia e defesa da Constituição enquanto Lei Fundamental e estruturadora do Estado de Direito Democrático. Singelamente dir-se-á que na fiscalização concreta é facultado recurso para o Tribunal Constitucional, não apenas das decisões lactu senso que recusem a aplicação de norma, com fundamento em inconstitucionalidade, como também das decisões que apliquem norma cuja inconstitucionalidade haja sido suscitada durante o processo. Mas também cabe e é permitido recurso para o Tribunal Constitucional de decisões quando o Tribunal a quo tenha recusado a aplicação de uma norma constante de acto legislativo com fundamento na sua ilegalidade (a) por violação de lei com valor reforçado; (b) ou recusem a aplicação de norma constante de diploma regional, com fundamento na sua ilegalidade por violação do estatuto de Região Autónoma ou de lei geral da República; (c) ou, ainda, quando recusem a aplicação de normas emanadas de um órgão de soberania, com fundamento na sua ilegalidade por violação do estatuto da região autónoma; (d) ou, por fim, que apliquem norma cuja ilegalidade tenha sido suscitada com os fundamentos supra referidos em (a) e (b). Desta forma pode recorrer-se para o TC de decisões judiciais que recusem ou apliquem normas cuja inconstitucionalidade ou ilegalidade haja sido suscitada no processo e aí questionada. Neste último caso, e que aqui interessa o seu desenvolvimento, o objecto do recurso é a alegada ilegalidade de uma determinada norma, que surge incidentalmente num processo. Neste particular, o controlo da legalidade a cargo do TC e imposição de recurso ao MP circunscreve-se às Leis de Valor Reforçado, Estatuto Regional ou Leis Gerais da República. A fiscalização da legalidade, surgida na Revisão Constitucional de 1982, não abrange todas as modalidades processuais que a fiscalização da constitucionalidade consubstancia, existindo apenas a modalidade de fiscalização concreta e abstracta sucessiva. Nesse sentido a presente investigação visa confrontar o sistema de fiscalização da constitucionalidade com o da legalidade, enquanto sistemas de garantia constitucional autónomos, mas semelhantes, embora com objectos de fiscalização diferentes mas conflituantes, o que nem sempre é claro e líquido, mormente após a 4.ª Revisão Constitucional de 1997. | por |
| dc.identifier.tid | 203576241 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/16077 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.subject | Direito constitucional | por |
| dc.subject | Controlo de constitucionalidade | por |
| dc.subject | Legalidade | por |
| dc.subject | Garantia constitucional | por |
| dc.subject | Teses de mestrado - 2014 | por |
| dc.title | A inutilidade da ilegalidade em contencioso constitucional | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | restrictedAccess | por |
| rcaap.type | masterThesis | por |
| thesis.degree.discipline | Direito | por |
| thesis.degree.level | Mestre | por |
| thesis.degree.name | Mestrado em Ciências Jurídico-Forenses | por |
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