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Publicação

Connect to disconnect:

dc.contributor.advisorBrinkman, Mafalda Marques Ribeiro da Silva Casaispt_PT
dc.contributor.advisorMachado, Paulo Ignácio Noriega Pintopt_PT
dc.contributor.authorBarbosa, Daniela Polo
dc.date.accessioned2025-03-13T14:31:39Z
dc.date.available2025-03-13T14:31:39Z
dc.date.issued2022-01-24
dc.description.abstractÀ medida que envelhecemos, as nossas relações e interações sociais mudam, com uma tendência para o isolamento. Recentemente, esta questão afetava sobretudo os idosos. No entanto, o recente surto pandémico estendeu o problema a uma população mais vasta. Como seres sociais, o Isolamento Social Percecionado (ISP) —ou seja, a solidão—afeta diretamente a nossa saúde mental e física. Estudos anteriores mostraram que o nosso corpo responde ao ISP da mesma forma que responde ao perigo, e viver neste estado de alerta afeta o nosso bem estar a longo prazo. Como forma de ultrapassar este problema, o mundo utiliza a tecnologia para se manter ligado, e, embora esta abordagem ajude, é muitas vezes insuficiente. A nossa investigação mostrou a necessidade de nos desligarmos dos ecrãs e de nos ligarmos offline. Como resposta a isto, propomos o uso da tecnologia para promover interações presenciais, sob a forma de um sistema-produto de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) que facilita o voluntariado para ajudar os vizinhos nas tarefas da vida quotidiana. Para o desenvolvimento deste projeto, utilizámos uma abordagem intervencionista e não intervencionista de investigação qualitativa. Investigação futura poderá aperfeiçoar o design e explorar mais a amplitude de ação do sistema, no que diz respeito à sua aplicação não só a um único edifício residencial, mas à escala do bairro ou da cidade.pt_PT
dc.description.abstractAs we grow older, our relationships and social interactions change, with a tendency toward isolation. This issue used to affect mostly the elderly. However, the recent pandemic outbreak spread the problematic to the wider population. As social beings, Perceived Social Isolation (PSI)—i.e., loneliness—directly affects our mental and physical health. Previous studies have shown that our body responds to PSI the same way it does to danger, and living in this alert state affects our wellbeing in the long term. As a way to overcome this problem, the world uses technology to stay connected, and, while this approach helps, it is often insufficient. Our research showed a need to disconnect from screens and connect offline. As a response to this, we propose the use of technology to promote face-to-face interactions, in the form of an Information and Communications Technology (ICT) product-system that facilitates volunteering to help neighbors with everyday life tasks. For the development of this research, we used an interventionist and non-interventionist qualitative approach. Future research can refine the design and explore further the range of the system’s action, regarding its application not only a single residential building, but at the neighborhood or city scale.pt_PT
dc.description.versionN/Apt_PT
dc.identifier.tid202982360pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/99275
dc.language.isoengpt_PT
dc.publisherFaculdade Arquitetura, Universidade Lisboapt_PT
dc.subjectDesign de Interaçãopt_PT
dc.subjectIsolamento Social Percecionadopt_PT
dc.subjectBem Estarpt_PT
dc.subjectTecnologias de Informação e Comunicaçãopt_PT
dc.subjectVoluntariadopt_PT
dc.titleConnect to disconnect:pt_PT
dc.title.alternativeOvercoming perceived social isolation through interaction designpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT

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