Publicação
Construir no construído. O objecto-cidade como desenho da superficie urbana.
| dc.contributor.advisor | Ravara, Pedro Belo | |
| dc.contributor.author | Teiga, Filipa Camacho Sacramento | |
| dc.date.accessioned | 2012-09-26T15:37:49Z | |
| dc.date.available | 2012-09-26T15:37:49Z | |
| dc.date.issued | 2012-01 | |
| dc.description | Tese de Mestrado em Arquitectura | por |
| dc.description.abstract | A temática do objecto-cidade é resumida num princípio organizacional de resolução de problemas concretos no meio urbano envolvente. A sua interacção base entre forma, programa e organização permite uma boa resposta a imperativos actuais bastante exigentes: eficiência na afectação do solo urbano, condições incertas de dimensão ou forma, flexibilidade espacial, complexidade programática e relacionamento com o contexto. O objecto-cidade vive da activação de múltiplos núcleos, da sua agregação parte-a-parte e dos espaços entre si, constituindo-se positivamente enquanto operador urbano. Confere na possibilidade de desenhar o espaço relacional, os limites da cidade e as zonas de dispersão urbana, acarretando uma directa conotação com a noção de fronteira. Expressa deste modo a aproximação da arquitectura à dimensão da cidade e da paisagem e a progressiva indistinção entre estrutura (edifício) e infraestrutura (contexto). O legado da arquitectura brutalista brasileira permite complementar esta questão por meio da visão que focaliza a diluição das barreiras entre edifício e desenho urbano, através da expressão de uma superfície densa urbana. No caso brutalista, esta visão está patente no desenho das suas superfícies, interdependentes e antagónicas entre si: o desenho do chão e o desenho do tecto. Os objectivos deste trabalho prendem-se com a exploração da estratégia do objecto-cidade num caso prático, numa proposta para um fragmento urbano situado em Alcântara, Lisboa. A potencialidade desta estratégia verifica-se maior em situações como a estudada: trata-se de um território urbano marcado pela descontinuidade dos seus tecidos, devido à preponderância da infraestrutura metropolitana em todo o seu vale, e à marcação de grandes vazios urbanos derivados da recessão industrial do final do séc. XX. A proposta encara a possibilidade de funcionar como catalisador urbano, contrariando o isolamento progressivo dos tecidos sociais em Alcântara, tal como de proporcionar um percurso entre a cidade consolidada e a margem ribeirinha, há muito perdido. | por |
| dc.identifier.citation | TEIGA, Filipa Camacho Sacramento - Construir no construído. O objecto-cidade como desenho da superficie urbana. Lisboa : FA, 2012. Tese de Mestrado. | por |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/4708 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.publisher | Faculdade de Arquitectura de Lisboa | por |
| dc.subject | Objecto-cidade | por |
| dc.subject | Superfície urbana | por |
| dc.subject | Desenho do chão | por |
| dc.subject | Desenho do tecto | por |
| dc.subject | Intraestrutura | por |
| dc.subject | Alcântara | por |
| dc.subject | Object-city | por |
| dc.subject | Urban surface | por |
| dc.subject | Ground design | por |
| dc.subject | Ceilling design | por |
| dc.subject | Infrastructure | por |
| dc.title | Construir no construído. O objecto-cidade como desenho da superficie urbana. | por |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | por |
| rcaap.type | masterThesis | por |
