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Orientador(es)
Resumo(s)
A inovação, em todos os processos de saúde, é reconhecida no mundo como uma
forma de melhorar a resposta e o estado de saúde da população. Estes processos
funcionam como motores do desenvolvimento, mas, no caso particular do sector
do medicamento, podem pôr em risco a sustentabilidade dos sistemas públicos
devido aos elevados custos. Neste artigo, se realiza um estudo do caso da
reforma do sector do medicamento em Portugal com o objetivo avaliar se as
medidas de gestão implementadas no sector do medicamento permitiram uma
redução dos custos, sem restringir o acesso e promovendo em simultâneo a
inovação farmaceutica. Como resultado da análise, verificou-se que a inovação
não influenciou os custos globais com o medicamento e que o acesso melhorou,
sem colocar em risco a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS).
Descrição
Palavras-chave
Inovação; processos; sustentabilidade; austeridade; medicamento.
