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Orientador(es)
Resumo(s)
This translation fills a serious lack in the literary panorama and has the
particularity of allowing the reader to identify lines of reading. In fact, the
poet builds with Argonautica’s lemmas, almost as many as those of Odyssey,
meanings that easily go unnoticed by the current reader, secluded from the
original by the linguistic barrier.
This translation is the first one done with the concern of keeping the
lemmas recognizable. We want the contemporary reader to identify, as the
Alexandrian reader, the parallels with other episodes within the poem, the
subtle evocations of characters and moments.
In the notes we clarify the most difficult passages and we also identify some
of the work done with the sources, especially the Homeric.
In the introduction we integrate the poet in his time and we analyse
the invocation and the ecphrasis of Jason’s mantle. All the places on
the outward journey also deserve comment, since from them there are
several paths leading to the story, to Alexandrian literary aesthetics and
to the History itself.
Esta tradução colmata uma falta grave no panorama literário e tem a particularidade de permitir ao leitor identificar linhas de leitura. De facto, o poeta constrói com os lemas da Argonáutica, quase tanto quantos os da Odisseia, sentidos que facilmente passam despercebidos ao leitor atual, afastado do original pela barreira linguística. Assim, a tradução que apresentamos é a primeira feita com a preocupação de manter os lemas identificáveis. Pretendemos que o leitor contemporâneo reconheça como o leitor alexandrino, os paralelismos com outros episódios dentro do poema, as evocações subtis de personagens e de momentos. Nas notas esclarecemos o hermetismo de alguns passos, típico da poesia alexandrina, e também quisemos que se identificasse algum do trabalho feito com as fontes, sobretudo a homérica. A introdução integra o poeta na sua época e oferece uma perspetiva de análise própria de alguns passos do poema, nomeadamente da invocação e da écfrase do manto de Jasão. Todos os lugares da viagem de ida mereceram também comentário, pois deles partem diversos caminhos que levam à diegese, à estética literária alexandrina e à própria época ptolemaica.
Esta tradução colmata uma falta grave no panorama literário e tem a particularidade de permitir ao leitor identificar linhas de leitura. De facto, o poeta constrói com os lemas da Argonáutica, quase tanto quantos os da Odisseia, sentidos que facilmente passam despercebidos ao leitor atual, afastado do original pela barreira linguística. Assim, a tradução que apresentamos é a primeira feita com a preocupação de manter os lemas identificáveis. Pretendemos que o leitor contemporâneo reconheça como o leitor alexandrino, os paralelismos com outros episódios dentro do poema, as evocações subtis de personagens e de momentos. Nas notas esclarecemos o hermetismo de alguns passos, típico da poesia alexandrina, e também quisemos que se identificasse algum do trabalho feito com as fontes, sobretudo a homérica. A introdução integra o poeta na sua época e oferece uma perspetiva de análise própria de alguns passos do poema, nomeadamente da invocação e da écfrase do manto de Jasão. Todos os lugares da viagem de ida mereceram também comentário, pois deles partem diversos caminhos que levam à diegese, à estética literária alexandrina e à própria época ptolemaica.
Descrição
Palavras-chave
Época ptolemaica Poesia alexandrina Écfrase Invocação Lemas Viagem de ida Argonautas Sentidos velados Apolónio de Rodes, 0295?-0230 a.C. Argonáuticas Ptolemaic era Argonautica Apollonius of Rhodes Argonauts Lemmas Invocation Ecphrasis Hiding meanings Outward journey
Contexto Educativo
Citação
Sousa, A.A.A. (2021). Apolónio de Rodes. Argonáutica Cantos I e II. Estudo introdutório, Tradução e Notas. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.nal.
Editora
Imprensa da Universidade de Coimbra
