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Resumo(s)
Nas últimas décadas tem-se assistido a um grande desenvolvimento da transplantação clínica como opção terapêutica para um número crescente de doentes com insuficiência orgânica de um ou mais órgãos. Posto isto, e sabendo que um dos principais determinantes dos resultados clínicos pós-transplante consiste na preservação dos órgãos, esta temática tem estado sob constante investigação e desenvolvimento. Actualmente, o método gold standard da preservação de órgãos sólidos para transplante consiste na preservação estática hipotérmica (PEH) dos mesmos. Contudo, devido às limitações evidentes desta técnica, tem-se vindo a apostar noutras abordagens, como os métodos perfusores. Todavia, também estes apresentam limitações, pelo que uma abordagem potencialmente interessante e promissora consiste na manipulação farmacológica dos órgãos, através da suplementação das soluções de preservação. A manipulação farmacológica visa a utilização de substâncias que actuam em vias específicas da lesão de isquemia/reperfusão, permitindo minimizar a lesão de preservação e, por conseguinte, melhorar os resultados clínicos pós-transplante.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2014
Palavras-chave
Hipotermia Isquemia Mestrado Integrado - 2014 Preservação Transplante Órgão
