| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 74.84 KB | JPEG | |||
| 2.78 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Criação, da emancipação ao resgate
A criação pode traduzir-se como a transformação de pensamento em coisa. Quando os materiais ganham um sentido mercê de uma reorganização, uma intenção, esses materiais podem ser lidos.A arte tem uma prerrogativa sobre a utilidade: dispensa-a ontologicamente. Mas essa utilidade contraria-se na sua materialidade: qualquer peça de arte, aclamadamente inútil no seu valor facial, encontra-se ancorada na utilidade das máquinas e dos suportes que permitem a sua exibição. Na arte contemporânea costuma ser preciso ligar um aparelho. E a arte, parecendo cada vez mais livre e emancipada, exige cada vez mais cadeias de produção, divisão do trabalho, mercadorias, utilidades. Os 17 artigos reunidos neste número 14 da revista Estúdio abrangem as relações e as distâncias, os materiais e as pessoas, os vínculos temporários que suportam novos pensamentos. Fica patente, neste itinerário pleno de ligações entre pessoas, culturas, passados e presentes, a arte: uma ligação intermitente com os objetos, os materiais, que ora se tornam vestígios, ora cifrados, ora mediatizadores de uma ligação mais profunda que radica na condição humana.
Descrição
Palavras-chave
Estudos Artísticos Arte Periódicos
Contexto Educativo
Citação
Editora
Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes, Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa
