Autores
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Resumo(s)
Os progressos obtidos em crianças com leucemia linfoblástica aguda representam uma das maiores conquistas da investigação clínica oncológica. O desenvolvimento de técnicas laboratoriais de análise e diagnóstico permitiu a caracterização e classificação de vários subtipos da doença, com consequente impacto na estratificação do risco, orientação da terapêutica e avaliação da resposta ao tratamento. A leucemia linfoblástica aguda do adulto é um exemplo da extrapolação de regimes pediátricos à população adulta com obtenção de melhores resultados. No entanto, apesar dos esforços realizados para alcançar um sucesso semelhante, os principais indicadores clínicos de eficácia no adulto permanecem desanimadores e as causas para este fenómeno persistem sob investigação. As diferenças na biologia da doença, nos regimes terapêuticos utilizados, na prestação de cuidados saúde e nas próprias características dos doentes pediátricos e adultos são possíveis fatores que fundamentam esta discrepância. A compreensão dos mecanismos da doença no adulto, a tentativa de elaboração de protocolos adaptados ao risco e a emergência de novas abordagens terapêuticas podem traduzir-se em aumento do tempo e da qualidade de vida deste grupo etário.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015
Palavras-chave
Anomalias citogenéticas e moleculares Cromossoma de Filadélfia Doença residual mínima Imunofenótipo Leucemia linfoblástica aguda Mestrado Integrado - 2015 Neoplasias hematopoiéticas Remissão completa Transplante alogénico
