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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente investigação apresenta dois estudos. No estudo 1, analisa-se a relação entre o rendimento em Matemática
e outras variáveis — pessoais, escolares e familiares. A amostra foi constituída por 475 alunos do 7º ao 9º ano de
escolaridade. Como instrumentos, foram utilizados o Self-Concept as a Learner Scale (SCAL), e a Escala de
Disrupção Escolar Professada pelos Alunos (EDEP), com qualidades psicométricas previamente estudadas (Veiga,
1996). O recurso à regressão múltipla por etapas (procedimento regression/stepwise) pôs em relevo as variáveis que
apresentaram um contributo significativo para a explicação da variância do rendimento em Matemática. Os
resultados são discutidos em termos da importância de tais variáveis, junto de alunos, professores e familiares. O
estudo 2 foi de tipo experimental e teve como objectivo investigar os efeitos da utilização, pelos professores, do
programa de intervenção com o Modelo Comunicacional Ecléctico (Veiga, 2001), no rendimento em Matemática e
variáveis a ele associadas. Depois de ter recebido formação no MCE, um professor aplicou-o a alunos do 8º ano de
escolaridade. O rendimento em Matemática foi avaliado antes e após a realização da experiência (intervenção). Ao
grupo experimental foi aplicado o programa MCE, e o grupo de controlo continuou a ser objecto do tipo de relação
professor-aluno, até aí havido. A intervenção teve a duração aproximada de 18 semanas de aulas. Os resultados
destacam benefícios para os alunos do grupo experimental, com melhoria do rendimento em Matemática, bem como
de outras variáveis associadas a tal rendimento. No seu conjunto, os estudos apresentados relevam a importância de
conhecer as variáveis que explicam a variância dos resultados em Matemática e de nelas intervir com programas
adequados.
Descrição
Palavras-chave
Rendimento em Matemática Competências comunicacionais Formação de professores
Contexto Educativo
Citação
Veiga, F. H.(2005). O que falta aos alunos para serem bons a matemática? Revista de Psicologia, Educação e Cultura, 9(1), 35-53.
