Publicação
Modelos experimentais em oncologia : cancro do cólon
| dc.contributor.advisor | Gaspar,Maria Manuela de Jesus Guilherme | |
| dc.contributor.advisor | Reis,Ana Catarina Beco Pinto | |
| dc.contributor.author | Sebastião,Alice Sandra | |
| dc.contributor.institution | Universidade de Lisboa | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-14T15:15:01Z | |
| dc.date.available | 2026-05-14T15:15:01Z | |
| dc.date.issued | 2025-03-19 | |
| dc.description | Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, 2025, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia. | |
| dc.description.abstract | O cancro colorretal (CCR) é uma doença heterogénea complexa, associada a uma elevada mortalidade a nível mundial. Apesar de uma visão crescente sobre a biologia do CCR e de melhores terapêuticas nas últimas décadas, têm sido feitos de modo a investigar a evolução e os mecanismos adjacentes à formação do CCR baseando-se em modelos celulares e animais com diversas aplicações. As abordagens terapêuticas para o tratamento do CCR têm evoluído significativamente. Para além da utilização das terapêuticas tradicionais, como a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia, novas estratégias surgem como perspetivas promissoras. Porém, a crescente mortalidade devido ao CCR, expõe a necessidade urgente de novas abordagens terapêuticas, mas a passagem destas novas abordagens para o uso clínico é dificultada, em parte, devido à ausência de modelos celulares fiáveis que se assemelhem às principais característica da doença no ser humano. Os modelos experimentais desempenham um papel muito importante para a investigação de novas terapêuticas para o tratamento do CCR. Os estudos clínicos que visam investigar a evolução e o mecanismo subjacente à formação do CCR baseiam-se nestes mesmos modelos. A utilização de modelos experimentais em oncologia, incluem modelos bidimensionais (2D), modelos tridimensionais (3D) e modelos animais. Os modelos 2D são compostos por culturas celulares em monocamada, permitindo assim, estudar o comportamento celular em ambiente controlado, tendo como limitação a replicação da complexidade tumoral. Por sua vez, os modelos 3D como os organoides, por exemplo, apresentam uma representação mais fiel da arquitetura e complexidade tumoral, o que possibilita a investigação de interações celulares, constituindo assim uma ferramenta promissora na investigação do cancro. Os modelos animais, por sua vez, permitem a observação dos processos tumorais in vivo, o que proporciona informações importantes sobre a progressão da doença e a eficácia terapêutica. Apesar dos progressos alcançados nos modelos experimentais, a passagem dos resultados experimentais para a prática clínica continua a enfrentar desafios, nomeadamente no que diz respeito à replicação fidedigna do microambiente tumoral e à heterogeneidade da doença. O aperfeiçoamento dos modelos é fundamental para a inovação terapêutica do CCR, contribuindo para uma melhoria significativa dos prognósticos e da qualidade de vida dos doentes. | pt |
| dc.description.abstract | Colorectal cancer (CRC) is a complex, heterogeneous disease associated with high mortality worldwide. Despite increasing insight into the biology of CRC and improved therapies in recent decades, efforts have been made to investigate the evolution and mechanisms underlying CRC formation based on cellular and animal models with diverse applications. Therapeutic approaches to the treatment of CRC have evolved significantly. In addition to the use of traditional therapies, such as surgery, chemotherapy and radiotherapy, new strategies emerge as promising prospects. However, the increasing mortality due to CRC exposes the urgent need for new therapeutic approaches, but the transition of these new approaches to clinical use is hampered, in part, by the absence of reliable cellular models that resemble the main features of the disease in humans. Experimental models play a very important role in the investigation of new therapies for the treatment of CRC. Clinical studies aimed at investigating the evolution and mechanism underlying the formation of CRC are based on these same models. The use of experimental models in oncology includes two-dimensional (2D) models, three dimensional (3D) models and animal models. 2D models are composed of monolayer cell cultures, thus allowing the study of cell behavior in a controlled environment, with the limitation of replication of tumor complexity. In turn, 3D models such as organoids, for example, present a more faithful representation of tumor architecture and complexity, which allows the investigation of cellular interactions, thus constituting a promising tool in cancer research. Animal models, in turn, allow the observation of tumor processes in vivo, which provides important information about disease progression and therapeutic efficacy. Despite the progress achieved in experimental models, the translation of experimental results into clinical practice continues to face challenges, particularly with regard to reliable replication of the tumor microenvironment and disease heterogeneity. Improving models is essential for therapeutic innovation in CRC, contributing to a significant improvement in patients' prognoses and quality of life. | en |
| dc.format | application/pdf | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/118517 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | 204204984 | |
| dc.subject | Cancro colorretal | |
| dc.subject | Modelos celulares | |
| dc.subject | Modelos animais | |
| dc.subject | Mestrado integrado - 2025 | |
| dc.title | Modelos experimentais em oncologia : cancro do cólon | pt |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess |
Ficheiros
Principais
1 - 1 de 1
A carregar...
- Nome:
- MICF_Alice_Sebastiao.pdf
- Tamanho:
- 1.47 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
