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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente artigo tem como objetivo analisar os contornos da (in)segurança energética
chinesa, realçando em especial, o caso do petróleo. O argumento central é o de que a China
enfrenta uma considerável escassez energética, a qual procura combater por meio, por
exemplo, das massivas aquisições de petróleo que tem vindo a realizar no estrangeiro. Em
alternativa à observação participante e não-participante, privilegiou-se a entrevista
semiestruturada. O trabalho de campo baseou-se em entrevistas conduzidas
essencialmente em Portugal e na Ásia Central. O método qualitativo – através da análise
hermenêutica – é a metodologia na qual se alicerça a presente investigação. Como
recomendação estratégica, sugerimos que a China procure aperfeiçoar o seu soft power, no
sentido de inspirar (maior) confiança aos mercados energéticos mundiais, e de mitigar, entre
outros, o elevado protecionismo e reticências da Rússia e EUA em permitir que as NOCs
chinesas adquiram participações na exploração do seu setor energético.
Descrição
Palavras-chave
China; Segurança energética; Petróleo.
