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Orientador(es)
Resumo(s)
Neste artigo apresentamos um processo de autoformação de formadores refletindo sobre como as dimensões emocionais e éticas foram aí aprofundadas. Segue uma abordagem transdisciplinar, que extravasa o domínio das múltiplas disciplinas científicas que têm se debruçado sobre estas temáticas, assumindo a perspectiva da complexidade e a modalidade de self-study. A realização de self-studies dos formadores é uma prática pouco habitual, pelo que constitui uma vertente inovadora do projeto. Os autores, enquanto formandos/formadores e investigadores do processo formativo, apresentam dados sobre dinâmicas de autoformação, focadas em algumas das emoções trabalhadas e nas questões éticas que lhes estão associadas, tendo, para isso, seleccionado emoções designadas na literatura da especialidade como emoções morais. Por fim, faz-se uma reflexão sobre essa formação e os princípios da complexidade, nomeadamente os conceitualizados por Edgar Morin.
Descrição
Palavras-chave
Autoformação Complexidade Ética Emoções Selfstudy
Contexto Educativo
Citação
Caetano, A. P., Freire, I., & Sobral, C. (2018). Emoções e ética na formação de formadores - A complexidade em ação. Revista Contexto & Educação, 33(106), 119-138. doi: http://dx.doi.org/10.21527/2179-1309.2018.106.119-138
Editora
Editora UNIJUI
