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Resumo(s)
Nas últimas décadas, os compostos derivados de plantas têm sido estudados de forma a permitir a sua utilização na terapêutica de diversas doenças, entre elas o cancro. Estes compostos têm mostrado ser seguros e eficazes na medida que conseguem demonstrar a possibilidade de novas abordagens terapêuticas através da regulação de vários mecanismos fisiológicos, principalmente a modulação da auto-renovação das células cancerígenas estaminais, alteração do metabolismo cancerígeno e a modificação do microambiente tumoral. Os metabolitos secundários obtidos a partir das plantas medicinais e os seus derivados semi-sintéticos continuam hoje em dia a ter um papel importante na terapêutica do cancro. Esta revisão descreve os fármacos anti- cancerígenos já existentes no mercado, os fármacos que se encontram em ensaios clínicos e os fármacos que ainda necessitam de investigação mas que apresentam resultados promissores. Conclui-se que com a aposta da indústria farmacêutica nos compostos derivados de plantas e com a melhoria da tecnologia de deteção e de análise destes mesmos compostos, proporciona-se uma clara expansão do espectro de acção e da eficácia da terapia antitumoral já existente.
Descrição
Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015
Palavras-chave
Células cancerígenas estaminais Derivados semi-sintéticos Ensaios clínicos Mestrado Integrado - 2015 Metabolitos secundários Terapia antitumoral
