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Publicação

Repositórios: “como não acreditar nisto…” em 10 lições!

dc.contributor.authorLopes, Sílvia Costa
dc.contributor.authorFreire, António Manuel
dc.date.accessioned2014-10-02T15:07:33Z
dc.date.available2014-10-02T15:07:33Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractIntrodução: Na sociedade atual, o conhecimento é um fator preponderante para a criação de riqueza e poder económico favorecendo o desenvolvimento tecnológico(1). Nesse sentido, a informação e o acesso a esta torna-se essencial. No entanto, e apesar de cada vez mais ávidos na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC), os indivíduos nem sempre estão preparados para a evolução e inovação tecnológicas e para a imensa informação que se descobre na Web(2). Num processo de evolução tecnológica não existem muitas diferenças nos procedimentos e/ou necessidades dos indivíduos. Estes continuam a ter necessidade de criar conhecimento, gerar, gerir, organizar, pesquisar e usar informação. As inovações tecnológicas resultaram em mudanças nos processos, métodos e formatos sob os quais a informação é criada e disponibilizada (2). No entanto, e considerando que a produção científica é um recurso imprescindível para a promoção do desenvolvimento científico e das sociedades, a informação deve obedecer a critérios como autenticidade, fidedignidade, validade, disseminação e acessibilidade(3). Se numa fase inicial os periódicos eram produzidos por sociedades científicas, a expansão da atividade de I&D originou uma maior produção de artigos científicos e a profissionalização dos editores. Surgem, então, os editores com fins lucrativos, fomentando a indústria da publicação científica (4). O modelo de publicação da produção científica entra em crise nos finais do século XX (5-6) colocando em causa a acessibilidade e a disseminação dessa produção. Assim, no início do século XXI, deu-se uma “revolução” no modelo de comunicação da produção científica, com a reorganização dos processos e iniciativas dos próprios investigadores, através da Web, que permitem o acesso livre à sua produção, promovendo a comunicação entre investigadores, a integração de comunidades científicas geograficamente dispersas e a partilha de conhecimento(7-9). De forma a garantir um modelo de publicação da produção científica que permita o acesso, a credibilidade, a disseminação e o desenvolvimento científico surgem os repositórios digitais, baseados na filosofia OAI – Open Archive Initiative. A nível internacional desenvolveu-se um conjunto de iniciativas e projetos, designado por Movimento de Acesso Aberto, que pretendia desenvolver e promover o Acesso Aberto à Literatura Científica, nomeadamente, o acesso livre, público e sem custos a determinados recursos digitais – os Recursos Abertos – com respeito pelos direitos de autor e de propriedade intelectual. Apesar das inúmeras iniciativas nacionais e internacionais muitos são os que, por falta de conhecimento e de informação sobre esta temática, continuam à margem do movimento de acesso aberto e da importância dos repositórios institucionais. Objetivos: Este trabalho visa chamar a atenção da comunidade para o que pode colocar em causa o sucesso de algumas iniciativas de implementação de repositórios, demonstrar as mais-valias dos mesmos e “desmontar” as dúvidas e as questões que se colocam no desenvolvimento e implementação de um repositório institucional, sob o ponto de vista de quem implementa e de quem utiliza. Metodologia: Baseado numa análise e evolução do Repositório.UL (Repositório da Universidade de Lisboa) identificam-se as dinâmicas e sinergias inerentes aos diversos intervenientes no processo de constituição de um repositório institucional. Nomeadamente, faz-se uma análise do papel de cada um dos intervenientes (dirigentes, técnicos, utilizador-produtor e utilizador-consumidor), a interação entre eles e o modo como cada um deles influencia o sistema. Por outro lado, identificam-se as principais potencialidades e fragilidades da implementação e desenvolvimento dos repositórios. Discussão: Todos os intervenientes têm um papel fundamental na engrenagem de um sistema. Esta questão poderá ser analisada numa perspectiva interna e numa perspectiva externa, numa micro e numa macro-escala. Foi possível identificar as principais potencialidades e fragilidades da engrenagem, dos seus intervenientes e do ambiente que os rodeia, enquanto elementos fundamentais de todo o sistema. Pretende-se apresentar as principais conclusões desta análise, na perspectiva do “Como não acreditar nisto…”, num formato de “10 Lições”.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/12170
dc.language.isoporpor
dc.subjectRepositórios institucionaispor
dc.subjectDesenvolvimento e implementaçãopor
dc.subjectStakeholderspor
dc.subjectAnálise SWOTpor
dc.titleRepositórios: “como não acreditar nisto…” em 10 lições!por
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceUniversidade Nova de Lisboapor
oaire.citation.title3ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Abertopor
person.familyNameCosta Lopes
person.givenNameSílvia
person.identifier.ciencia-id8C12-C48D-5B1C
person.identifier.orcid0000-0002-3241-9178
person.identifier.ridA-2533-2017
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typeconferenceObjectpor
relation.isAuthorOfPublicationea997c44-4415-4124-8d78-ab047b9c2934
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