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De Navigatione Libri Tres
Publication . Sá, Diogo de; Espírito Santo, Arnaldo, 1942-; Gomes, Ana Cristina da Costa, 1967-
O valor histórico da obra De Navigatione, publicada em Paris em 1549 e dedicada ao rei D. João III, tem dois propósitos: por um lado, ser um tratado da Arte de Navegar que apresenta a navegação que os portugueses praticam e a defende, com os seus conhecimentos e técnicas, «como a mais verdadeira»; por outro lado, tomando posição no debate renascentista sobre o lugar da matemática na demonstração científica, mostrar a sua subordinação à filosofia. O que ressalta do diálogo entre a Filosofia e a Matemática é o confronto ou choque de vias de conhecimento antagónicas entre a sabedoria prática de um homem do mar, o humanista Diogo de Sá, e a sabedoria teórica e de gabinete do cosmógrafo Pedro Nunes. A sua edição e tradução para português, analisada à distância de quase 500 anos, tem assim como principal finalidade a disponibilização deste texto à comunidade científica, já que o estudo da argumentação usada por Diogo de Sá, merecedora da maior atenção, tem sido ignorada, por não estar disponível numa edição moderna e em tradução.
Epopeia e Paródia na Literatura Grega Antiga
Publication . Fonseca, Rui Carlos Reis, 1984-
A presente obra versa sobre a relação de dependência entre epopeia e paródia e está organizada em duas partes principais.
A Parte I oferece um enquadramento conceptual e contextual sobre a paródia, o seu carácter funcional e pragmático, numa linha evolutiva que compreende a problemática da definição, o campo de actuação literário, as origens hipotéticas de que provém e ainda uma introdução ao mais célebre exemplar de poesia paródica transmitido pelos antigos, a Batracomiomaquia.
A Parte II consiste no estudo intertextual da Batracomiomaquia, na relação paródica, de dependência e contraste, com a poesia homérica. A paródia literária fixa-se, por regra, naquilo que no modelo sério está em maior relevo, razão por que a Batracomiomaquia reconfigura, mostrando sob perspectivas novas, esquemas conhecidos da tradição épica antiga, da homérica em particular. Da Odisseia retomam-se os vários topoi das viagens e da hospitalidade. Da Ilíada, por sua vez, recicla-se o ideal heróico da guerra e reaproveitam-se as sequências bélicas entre combatentes. Além dos denominadores temáticos associados às viagens odisseicas e à guerra iliádica, a Batracomiomaquia utiliza também recursos épicos comuns às duas epopeias de Homero, designadamente a intervenção divina.
Auidissima caedis et uiolenta fuit: scires e sanguine natos. Introduzindo reflexões sobre a problemática da violência na Antiguidade e no Medievo.
Publication . Pimentel, Maria Cristina, 1954-; Rodrigues, Nuno Simões
Longo, Dáfnis e Cloe 3.22-23
Publication . Fonseca, Rui Carlos Reis, 1984-
Tradução do grego de Longo, Dáfnis e Cloe 3.22-23 sobre o mito de Eco.
Prefácio. Palavras prévias [A literatura clássica ou os clássicos na literatura: presenças clássicas nas literaturas de língua portuguesa]
Publication . Pimentel, Maria Cristina, 1954-; Morão, Paula, 1951-
Neste volume acolhem-se os textos apresentados no terceiro dos colóquios "A literatura clássica ou os clássicos na literatura" (Dezembro de 2015). Os ensaios reunidos continuam a explorar a relação entre as matrizes da Antiguidade Clássica, tanto grega como romana, transversal a toda a literatura portuguesa. Encontraremos ensaios que trabalha sobre Camões e os seus comentadores, sobre D. Francisco Manuel de Melo, sobre as cartas do padre jesuíta Tomás Pereira. Já par ao século XVIII, lêem-se obras de Teodoro de Almeida ou Cândido Lusitano, e na senda do século XIX analisam-se autores como Mendes Leal e Latino Coelho, Eça de Queirós ou Eugénio de Castro. Quanto ao século XX e à sua sequência nos começos do século presente, abordam-se, sob ângulos vários, obras da galáxia pessoana, acrescentando-se-lhes estudos sobre Aquilino Ribeiro ou Teixeira de Pascoaes; mais perto de nós, Vergílio Ferreira é objecto de três estudos, os ficcionistas Fernando Campos, Seomara da Veiga Ferreira e Gonçalo M. Tavares suscitaram a atenção de três ensaístas. Na área da poesia contemporânea, encontram-se abordagens de Nuno Júdice e de João Miguel Fernandes Jorge, bem como do poeta brasileiro Mário Faustino. Os testemunhos das escritoras Teolinda Gersão e Lídia Jorge registam em primeira pessoa o reconhecimento dos clássicos.
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Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
5876
Número da atribuição
UID/ELT/00019/2013
