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Orientador(es)
Resumo(s)
A presente obra versa sobre a relação de dependência entre epopeia e paródia e está organizada em duas partes principais.
A Parte I oferece um enquadramento conceptual e contextual sobre a paródia, o seu carácter funcional e pragmático, numa linha evolutiva que compreende a problemática da definição, o campo de actuação literário, as origens hipotéticas de que provém e ainda uma introdução ao mais célebre exemplar de poesia paródica transmitido pelos antigos, a Batracomiomaquia.
A Parte II consiste no estudo intertextual da Batracomiomaquia, na relação paródica, de dependência e contraste, com a poesia homérica. A paródia literária fixa-se, por regra, naquilo que no modelo sério está em maior relevo, razão por que a Batracomiomaquia reconfigura, mostrando sob perspectivas novas, esquemas conhecidos da tradição épica antiga, da homérica em particular. Da Odisseia retomam-se os vários topoi das viagens e da hospitalidade. Da Ilíada, por sua vez, recicla-se o ideal heróico da guerra e reaproveitam-se as sequências bélicas entre combatentes. Além dos denominadores temáticos associados às viagens odisseicas e à guerra iliádica, a Batracomiomaquia utiliza também recursos épicos comuns às duas epopeias de Homero, designadamente a intervenção divina.
Descrição
Palavras-chave
Epopeia Homérica Paródia Batracomiomaquia
Contexto Educativo
Citação
FONSECA, Rui Carlos (2018), Epopeia e Paródia na Literatura Grega Antiga, Lisboa e V. N. Famalicão, Centro de Estudos Clássicos e Edições Húmus.
Editora
Húmus, Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
