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Projeto de investigação
Multi-Omic approach to study the lipid metabolism in the rumen for improving the quality of ruminant-derived foods
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Avaliação do perfil em ácidos gordos trans da carne bovina no mercado português
Publication . Muchecha, Sousa Gastão; Alves, Susana Paula Almeida; Fernandes, Tatiane
A composição de ácidos gordos (AG) da carne bovina é um aspeto que os consumidores consideram importante, e a carne de ruminantes tem sido criticada por razões nutricionais devido à sua contribuição para a ingestão total de ácidos gordos saturados (AGS), os quais estão associados à incidência de doenças metabólicas.
O objetivo deste trabalho consistiu na caracterização do perfil dos AG, em particular AG trans, na carne de raças bovinas portuguesas ou produzidas e comercializadas em Portugal. As amostras de carne bovina certificadas e não certificadas, analisadas no estudo foram adquiridas nas superfícies comercias de Lisboa, e os lípidos foram extraídos usando o diclorometano e metanol, de seguida foi feita a transesterificação combinada e os AG na forma de ésteres metílicos foram analisados por cromatografia gasosa com deteção por ionização de chama. A análise estatística foi efetuada utilizando o programa SAS 9.4, através do modelo misto onde a origem da carne foi único fator fixo.
Através dos resultados obtidos de carnes de bovino certificadas e não certificadas da região de Lisboa verificou-se que tanto o teor lipídico como a composição em AG são variáveis entre origens, e entre carnes da mesma origem. Os AGS foram os principais AG encontrados na carne de bovino seguida dos ácidos gordos monoinsaturados (AGMI) de configuração cis, ácidos gordos polinsaturados (AGPI) ómega-6 e AG trans. Às carnes dos Açores tiveram um perfil em AG mais benéfico à saúde humana no perfil em AG trans e AGPI ómega-3, teve baixo teor em 18:1trans-10 que as carnes Indiferenciadas ou Carnalentejana. Estas diferenças são influenciadas por fatores intrínsecos e extrínsecos do animal.
Freeze‑dried Nannochloropsis oceanica biomass protects eicosapentaenoic acid (EPA) from metabolization in the rumen of lambs
Publication . Vitor, Ana C. M.; Francisco, Alexandra Eduarda; Silva, Joana; Pinho, Mário; Huws, Sharon A.; Santos-Silva, José; Bessa, R.J.B.; Alves, Susana P.
Eicosapentaenoic acid (EPA) from freeze-dried biomass of Nannochloropsis oceanica microalgae resists ruminal biohydrogenation in vitro, but in vivo demonstration is needed. Therefore, the present study was designed to test the rumen protective effects of N. oceanica in lambs. Twenty-eight lambs were assigned to one of four diets: Control (C); and C diets supplemented with: 1.2% Nannochloropsis sp. oil (O); 12.3% spray-dried N. oceanica (SD); or 9.2% N. oceanica (FD), to achieve 3 g EPA /kg dry matter. Lambs were slaughtered after 3 weeks and digestive contents and ruminal wall samples were collected. EPA concentration in the rumen of lambs fed FD was about 50% higher than lambs fed SD or O diets. Nevertheless, the high levels of EPA in cecum and faeces of animals fed N. oceanica biomass, independently of the drying method, suggests that EPA was not completely released and absorbed in the small intestine. Furthermore, supplementation with EPA sources also affected the ruminal biohydrogenation of C18 fatty acids, mitigating the shift from the t10 biohydrogenation pathways to the t11 pathways compared to the Control diet. Overall, our results demonstrate that FD N. oceanica biomass is a natural rumen-protected source of EPA to ruminants.
Unidades organizacionais
Descrição
Palavras-chave
Contribuidores
Financiadores
Entidade financiadora
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Programa de financiamento
3599-PPCDT
Número da atribuição
PTDC/CAL-ZOO/29654/2017
