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EXS - Teses de Mestrado

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  • Quedas na população idosa : definição de um perfil de risco
    Publication . Pascoal, Cláudia Nunes de Sousa; Carnide, Maria Filomena Araújo Costa Cruz
    As quedas são, para a população idosa, um grave problema de saúde, estando muitas vezes associada a uma elevada taxa de morbilidade e até à mortalidade. Por esta razão, o objectivo deste estudo transversal, consiste no desenvolvimento de um modelo que permita identificar os indivíduos que se encontram em maior risco de cair. O presente estudo foi realizado com uma mostra de 604 sujeitos, com idade ≥65 anos, aos quais foi aplicado um questionário de actividade física (YPAS) e um questionário de saúde e quedas. Para avaliação da aptidão funcional foram realizados 8 testes: up and go, 30s chair-stand e 4 itens da escala de FAB. O modelo foi determinado através da regressão de Poisson, tendo sido encontrados 5 factores de risco: número de medicamentos (p˂0.01), índice de massa corporal (p˂0.05), score de caminha (p˂0.00), score de equilíbrio (p˂0.00) e dispêndio energético no exercício (p˂0.05). Segundo o modelo desenvolvido, podemos constatar que a caminhada, um bom nível de equilíbrio, um índice de massa corporal (IMC) entre 18.6 – 29.9 kg/m2 e não tomar ou tomar apenas um medicamento actuam como factores protectores, enquanto que um IMC ≤18.5 ou ≥30.0 kg/m2 e um elevado dispêndio energético em exercício aumentam o risco de queda, em indivíduos idosos. O presente estudo surge no âmbito do projecto “Biomecânica da Locomoção Idosa: Identificação dos factores determinantes do risco de quedas”, desenvolvido pelo grupo Neuromechanics do CIPER-FMH (Projecto PTDC/DES/72946/2006).
  • Tradução e adequação cultural do YALE Physical Activity Survey para a língua portuguesa
    Publication . Tavares, Ciro Filipe Marques; Carnide, Maria Filomena Araújo Cruz
    O presente estudo foi desenvolvido com o objectivo de traduzir e validar cultural e linguisticamente o questionário YPAS para a população idosa portuguesa no âmbito do projecto “Biomecânica da Locomoção Idosa: Identificação dos factores determinantes do risco de quedas”, desenvolvido pelo grupo Neuromechanics do CIPER-FMH (Projecto PTDC/DES/72946/2006). Para a concretização deste objectivo, foram desenvolvidos os estudos de Fidedignidade (Homogeneidade de Conteúdo e Reprodutibilidade), de Validade de Critério (por acelerometria) e de Sensibilidade à Mudança do instrumento. No estudo da homogeneidade de conteúdo foram admitidos 471 sujeitos com idade média de 74,9 6,5 anos dos quais 70,3% eram mulheres. Quanto ao estudo da reprodutibilidade, validade de critério e sensibilidade à mudança, o n amostral foi mais reduzido, 30, 96 e 39, com uma idade média de 71,9 3,9, 75,2 7,1 e 71,9 5,2 anos, respectivamente, sendo que 43,3%, 64,6% e 87,2% eram mulheres. Para a Homogeneidade de Conteúdo, o alpha de Cronbach variou entre 0,454 e 0,835. A Reprodutibilidade foi evidenciada para todas as variáveis (ICC 0,620-0,925). Foram ainda identificadas correlações estatisticamente significativas (rho) para todas as variáveis YPAS em relação às mesmas variáveis avaliadas por acelerometria (0,201-0,452). As variáveis: tempo e energia dispendidos em actividades sedentárias e leves e em actividade total, por dia, o Score de Movimento e o Score de Posição de Pé demonstraram Sensibilidade à Mudança. Tendo o nosso estudo alcançado com êxito os objectivos propostos, podemos afirmar que o questionário YPAS é um instrumento válido e que deverá ser utilizado em estudos epidemiológicos onde a actividade física da população idosa portuguesa constitua objecto de estudo
  • Importância da actividade física no mineral ósseo de diversas regiões do fémur proximal, de acordo com a morfologia da pélvis em crianças de 10 a 12 anos de idade
    Publication . Klostermann, Carlos Zanello; Baptista, Maria de Fátima Marcelina
    Objetivo: Este estudo analisou a importância da actividade física (AF) no mineral ósseo de três regiões do fémur proximal, de acordo com a morfologia da pélvis em crianças de 10 a 12 anos de idade de ambos os sexos. Métodos: A análise dos diâmetros pélvicos foi realizada através de morfometria geométrica em 119 participantes. As variáveis de composição corporal e o mineral ósseo das três regiões do fémur proximal foram avaliados por densitometria de raio-x de dupla energia. A AF foi avaliada através de acelerometria. Resultados: As raparigas apresentaram maior diâmetro pélvico ao nível interno e inter-acetabular inferior do que os rapazes. Estas dimensões da pélvis nas raparigas parecem estar associadas a valores mais baixos de mineral ósseo no colo do fémur e no intertrocanter e a valores mais elevados sobretudo de área óssea no trocanter. Conclusão: A actividade física poderá eventualmente prevenir valores mais baixos de mineral e área óssea do trocanter em raparigas com menor diâmetro inter-acetabular inferior.
  • Influência da actividade física na morfologia do fémur proximal em rapazes pré-púberes
    Publication . Zymbal, Vera Lúcia; Baptista, Maria de Fátima Marcelina
    Este estudo analisou a influência da actividade física (AF) na forma do fémur proximal (FFP) em rapazes pré-puberes, assim como na distribuição da massa óssea do colo do fémur (MOCF). A análise da FFP e da distribuição da MOCF foi realizada através de morfometria geométrica em 48 participantes. As variáveis de composição corporal e mineral ósseo foram avaliadas por DXA, a AF através de acelerometria e a idade óssea através do método TW3. A análise das deformações relativas mostrou que o primeiro eixo explicou 63% da variação da FFP descrita principalmente por diferenças na localização da área de Ward (AW). A análise de regressão demonstrou que a altura, composição corporal (peso, massa magra), a AF de intensidade moderada, e a idade óssea explicaram 4-11% da variação da FFP. Uma maturação somática ou esquelética mais avançada e a AF de intensidade moderada estavam associadas a uma localização mais central da AW no colo femora!. Concluindo, a variação da FFP em rapazes pré-puberes parece ser devido principalmente a diferenças na localização da AW determinada, em parte, pela maturação e pela AF de intensidade moderada, variáveis que estavam positivamente associadas a uma distribuição da MOCF mais equilibrada, expressa por uma localização mais central da AW.
  • Efeito de três meses de destreino na capacidade funcional de idosos
    Publication . Yázigi, Flávia Giovanetti; Silva, Paulo Alexandre Silva Armada da
    As interrupções nos programas de exercícios para férias deixam os níveis de aptidão física dos idosos à mercê do estilo de vida por eles praticado. Objectivos: Avaliar a magnitude de 3 meses de destreino na capacidade funcional de idosos. Métodos: 20 idosos saudáveis, participantes há 2 anos do mesmo programa de exercícios foram avaliados antes das férias de Verão (AF), após 3 meses de férias (PF) e após 3 meses de destreino(Rtr). O teste de 6MM foi realizado com analisador de gases, a força máxima isométrica (FMI) foi avaliada em prensa de pernas e a actividade física (Afi) com IPAQ versão curta. Análise estatística: ANOVA MR e teste T para amostras emparelhadas e independentes. Resultados: Houve redução significativa na Afi (45%), na velocidade (7%) e na distância do 6MM (≤72 anos: 675,7±82,3 para 633,7±90,1m; >72anos:641,8±86,9 para 594,5±96,5 m). O VO2 e a FMI diminuíram no grupo> 72anos (p <0,05): 7020±2808 para 6069±1917ml e de 1689±645 para 1518±509N, respectivamente. Conclusão: Houve destreino na velocidade da marcha e na força. A Afi mostrou-se estar inversamente relacionada com o destreino. Deve-se estimular a prática autónoma de exercícios pelos idosos que contribuam para a manutenção da sua capacidade funcional.
  • Influência da massa magra no desenvolvimento esquelético : estudo comparativo entre atletas e não atletas de ambos os géneros
    Publication . Belfort, Dilson Rodrigues; Baptista, Maria de Fátima Marcelina
    Propósito: Comparar o conteúdo mineral ósseo (CMO), área óssea (AO),CMO e AO para massa magra (MM), e CMO e AO para altura corporal, em atletas e não atletas de ambos os géneros. Métodos: A amostra foi constituída por 260 atletas, 120 raparigas (18,3±4,0 anos; 21,7±2,2 kg/m2), e 140 rapazes (18,8±3,9 anos; 22,8±2,2 kg/m2), e 458 não atletas, 272 raparigas (17,7±6,0 anos; 22,8±4,3 kg/m2), e 186 rapazes (17,19±4,8 anos; 23,1±4,3 kg/m2), com faixa etária de 10-33 anos. CMO, AO e MM corporal total foram avaliados através de DXA. Altura corporal foi medida em um estadiómetro. ANCOVA foi usada para analisar os principais efeitos e interacções de condição (atleta vs. não atletas) e género (rapazes vs. raparigas) em CMO, AO, CMO/MM, AO/MM, CMO/altura corporal e AO/altura corporal. Análise de CMO e AO foram ajustadas para peso e altura corporal; CMO/MM e AO/MM foram ajustados para altura corporal; e CMO/altura corporal e AO/altura corporal foram ajustados para o peso corporal. Resultados: Foi observado um efeito principal na condição, com atletas demonstrando maiores valores que não atletas no CMO, AO, CMO/altura corporal, e AO/altura corporal. Um efeito principal no género também foi observado, com rapazes apresentando valores mais elevados do que as raparigas no CMO, AO, CMO/altura corporal, e AO/altura corporal, e raparigas demonstrando maiores valores do que os rapazes no CMO/MM e AO/MM. Um interacção significante foi encontrada no CMO e DMO, com os rapazes atletas demonstrando maiores valores do que as raparigas atletas,quando comparados com os respectivos grupos de controlo. Conclusão: O grupo de atletas apresentou valores mais elevados de CMO, AO e MM do que o grupo de não atletas, assim como os rapazes comparativamente às raparigas. O Equilíbrio músculo-osso, nomeadamente as razões CMO/MM e AO/MM, demonstraram-se semelhantes entre atletas e não atletas, porém mais elevadas nas raparigas do que nos rapazes. Este estudo evidencia uma maior contribuição da MM no CMO de raparigas comparado aos rapazes, mas menores benefícios da prática desportiva no CMO e DMO total nas raparigas comparativamente aos rapazes.