FL - Teses de Doutoramento
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- Construções de elipse do predicado em português : SV nulo e despojamentoPublication . Matos, Maria Gabriela Ardisson Pereira de; Casteleiro, João Malaca; Raposo, Eduardo Paiva
- A governação de D. João III: a Fazenda real e os seus vedoresPublication . Cruz, Maria Leonor García da; Barata, Maria do Rosário Temudo
- O mundo indígena e a sua romanização na área céltica do território hoje portuguêsPublication . Fabião, Carlos; Silva, Armando Coelho Ferreira da
- O acheulense no centro de Portugal : o Vale do Liz : contribuição para uma abordagem tecno-tipológica das suas indústrias líticas e problemáticas do seu contexto cronoestratigráficoPublication . Ribeiro, João Pedro de Paiva Gomes Cunha; Texier, Jean-Pierre; Gonçalves, Vítor
- A magnanimidade da teoria: interpretar a ética em teoria da literaturaPublication . Antunes, David João Neves,1969-; Feijó, António M.,1952-; Tamen, Miguel,1960-Um dos pressupostos desta tese consiste na ideia segundo a qual o pensamento ético só adquire propriedade conceptual se preliminarmente pudermos definir ‘acção’. Como se procura demonstrar no capítulo I, saber o que é uma acção não se constitui, no entanto, como 3 tarefa que descobre e estabelece propriedades intrínsecas e estáveis, mas como descrição de certas ocorrências, nos termos das pessoas que procuram explicar e descrever acções. Assim, o pensamento ético é algo que se constitui a partir da coerência e racionalidade de certas descrições de acções particulares e não um sistema de regras ou prescrições. Defende-se que a coerência estrutural destas descrições determina não apenas a consideração moral das acções, mas também a possibilidade do conhecimento entre as pessoas e a certeza, mais poética do que epistemológica, da sua existência. Se uma certa estabilidade do texto ético e uma certeza suficiente acerca do conhecimento humano dependem da configuração mais ou menos padronizada das acções humanas e do funcionamento mental, assumem especial relevância cognitiva e ética os casos e fenómenos de irracionalidade na realização de acções e formação de crenças. De facto, como se sugere no capítulo II, estes casos suscitam perplexidades éticas e cognitivas e assinalam o carácter provisório e conceptualmente circunscrito das nossas descrições sobre acções e pessoas, no contexto restrito do pensamento filosófico e ético. Importa por isso considerar outros textos em que a acção se constitui como motivo de estrutura argumentativa e objecto de análise. A consideração da tragédia e, sobretudo, a análise da teorização poética de Aristóteles acerca do texto trágico formam o capítulo III desta tese. A determinação ética da argumentação técnica da Poética é tão relevante para o entendimento da tragédia quanto, para a ética, conduta moral e compreensão da irracionalidade, é de absoluta pertinência uma particular descrição da acção trágica e da peculiaridade de certas actividades interpretativas exigidas não só por esse entendimento trágico de acção, mas por qualquer texto.
- Valor inspiracional e interpretaçãoPublication . Santos, Maria Cristina Firmino,1966-; Tamen, Miguel,1960-Resumo disponível em português e inglês
- Os poetas passam e os artistas ficam: Fernando Pessoa, influência e construçãoPublication . Pinheiro, Cecília Rego,1972-; Tamen, Miguel,1960-; Feijó, António M.,1952-Esta tese estuda os conceitos pessoanos de influência e construção, defendendo, por um lado, que todos os heterónimos maiores constituem reacções contra Teixeira de Pascoaes e, por outro, que Walt Whitman, Ralph Waldo Emerson e Edgar Allan Poe desempenham um papel mediador neste contexto.
- A decisão contra o silêncio: génese e transmissão de testemunhosPublication . Graça, Virgínia Pacheco,1948-; Tamen, Miguel,1960-A necessidade de contar, que se exacerba quando sucede a experiências extremas, está na origem de todas as histórias. A diferição que ocorre frequentemente entre essas experiências e a narração delas é devida à procura imprescindível de uma linguagem comum ao narrador e ao ouvinte, o que nem sempre se caracteriza pela facilidade. Assim, por exemplo, os sobreviventes do Holocausto tiveram de proceder a traduções de várias ordens para não só construirem o seu testemunho de uma forma adequada à convivência com as suas recordações, como para o poderem transmitir aos outros e obter a sua aceitação; enfim, para conseguirem, de facto, sobreviver. Gerda Weissmann, Primo Levi, Art Spiegelman, Barbara Puschman e alguns outros são casos exemplares da existência destas questões – em que os conceitos de vítima e de culpado não são inconciliáveis – embora cada um deles com a sua especificidade, determinante de narrativas testemunhais genologicamente diferentes. Não obstante a escolha feita por cada um destes narradores da forma de contar as suas experiências, todos eles decidiram, mais cedo ou mais tarde, motivados por um ou outro estímulo, gerar uma história transmissível e fascinante na sua vitória sobre o silêncio.
- Espaços do tempo: considerações acerca da arte e da história da civilização moderna nas obras de David Wojnarowicz e em Passagenwerk de Walter BenjaminPublication . Soares, Ana Isabel Candeias Dias,1970-; Tamen, Miguel,1960-; Feijó, António M.,1952-
- Voz, texto e razão humanaPublication . Carvalho, Henrique Miguel de Melo,1970-; Feijó, António M.,1952-A presente dissertação propõe-se analisar a razão humana nas suas diferentes vozes, com especial ênfase para a voz textual a qual é aqui concebida como uma voz separada das vozes humanas, quer da oralidade, quer da voz imaginada do pensamento. Com vista a estabelecer essa distinção empreender-se-á uma análise da noção de mimese, derivada de uma imaginação concebida enquanto faculdade independente face à sensibilidade, por meio de uma sua tripartição em mimese por imitação, por simulação e por dissimulação. A partir daqui será possível associar a mimese à actividade da vontade e, por essa via, à noção que Aristóteles, na Poética, associou à mimese trágica, a de catarse. A catarse será concebida como um efeito da mimese, a qual está directamente associada à produção de imitações textuais (e ao desenvolvimento de uma tecnologia alfabética da escrita). A catarse será entendida como a possibilidade de sentir a dor como prazer. A partir daqui proporemos um modelo de transformação estrutural do espaço dramático num espaço político, este último sendo concebido como aquele em que os efeitos da catarse, ao contrário do dramático, não são passíveis de se fazerem sentir. O discurso da filosofia, emergente a partir de Sócrates e de Platão, será descrito como uma resposta, de teor eminentemente irónico (ou temático), para a ausência desses efeitos. A lógica da identidade e da não-contradição será concebida como a forma mais pura desse discurso irónico. Analisaremos também algumas das extensões deste problema no pensamento moderno, em autores tais como Kant, Kierkegaard, Saussure, Wittgenstein, Benjamin, Austin, Heidegger, Barthes, Derrida, Frye, Rorty e Nussbaum.
