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Temperaturas médias mensais de escarpas rochosas da Serra da Estrela: o caso de estudo do Cântaro Gordo

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Resumo(s)

Apresentam-se os resultados da análise de dados de temperatura da rocha medida a 2, 5, 10 e 17 cm de profundidade, nas vertentes norte e sul do Cântaro Gordo, entre dezembro de 1999 e março de 2001. As temperaturas observadas refletem principalmente a influência da insolação e da radiação solar direta. As temperaturas médias são quase sempre mais baixas na vertente norte, que permaneceu congelada durante várias semanas no inverno, mas as mínimas absolutas apresentam valores próximos em ambas as vertentes. As temperaturas máximas absolutas são mais elevadas nas vertentes expostas a sul na estação fria, quando o sol está mais baixo no horizonte e não incide na vertente norte. Contudo, são próximas em ambas as vertentes nos meses em que o sol está mais alto e em que a vertente norte também recebe insolação ao início da manhã e final da tarde. O número de ciclos gelo-degelo registado foi superior na vertente sul, pois durante a estação fria a vertente norte permanece frequentemente congelada, mesmo aquando das temperaturas máximas diárias.

Descrição

Palavras-chave

Temperatura da rocha Crioclastia Serra da Estrela

Contexto Educativo

Citação

Vieira, Gonçalo (2019). Temperaturas médias mensais de escarpas rochosas da Serra da Estrela: o caso de estudo do Cântaro Gordo. In: Água e Território: um tributo a Catarina Ramos (pp. 315-330). Centro de Estudos Geográficos. IGOT, Universidade de Lisboa. Portugal. ISBN: 978-972-636-280-1

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Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Geográficos

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