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Castilho e os clássicos: tradução e bom gosto

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Resumo(s)

Explorando o conceito de tradução e a importância do domínio da língua de chegada e de partida, este ensaio explica o ponto de vista que leva António Feliciano de Castilho e alguns teorizadores portugueses coetâneos a acreditar que, se Ovídio tivesse sido um poeta português do século XIX, as suas obras teriam sido escritas como as traduções românticas realizadas nesse período.

Descrição

Palavras-chave

Teoria da tradução Castilho, António Feliciano de, 1800-1875 Castilho, Júlio de, 1840-1919 Ovídio Romantismo

Contexto Educativo

Citação

Nobre, Ricardo (2015). «Castilho e os Clássicos: Tradução e Bom Gosto». E-Classica: Boletim de Pedagogia e Cultura, 1: 88-96.

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Centro de Estudos Clássicos