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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Na maioria dos países, o investimento publico no sector do saúde é realizado sem que sejam explicitados os critérios subjacentes às decisões. Quando muito é possível deduzir que as prioridades são estabelecidas tendo em conta o grau de cobertura da população, conferindo-se maior importância (desde a conferência de Alma Ata) aos serviços prestadores de cuidados de saúde primários. Tal implica considerar que, em última análise, a contribuição do sector da saúde para o bem-estar social depende da densidade de cuidados (em especial dos de primeira linha), determinada com base em critérios demográficos.
Mas esta abordagem é manifestamente insuficiente. Com efeito, baseando-se as decisões apenas na evolução demográfica, não se consideram as condições de saúde da população. Designadamente, não é conferido nenhum papel aos indicadores de morbi-mortalidade.
Neste texto defende-se a posição de que é desejável que, no caso de
Moçambique, o processo de investimento seja flexível reflectindo os condicionalismos locais. Tal deve-se, em primeiro Iugar, ao facto de a orientação seguida pela política de saúde moçambicana (desde 1975) coincidir com as recomendações geralmente, avançadas pelos peritos internacionais e, em particular, pelos do Banco Mundial pelo que
a adopcão das conclusões do seu relatório seria redundante.
Descrição
Palavras-chave
Economia da saúde Política de saúde Planeamento em saúde Cuidados de saúde Investimento público Avaliação de projectos Estudos de caso Moçambique
Contexto Educativo
Citação
Pinto, Carlos Gouveia .1995. “A avaliação económica de projectos de investimento no sector da saúde : o caso de Moçambique” . Instituto Superior de Economia e Gestão. CEsA – Documentos de Trabalho nº 35/1994.
