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The present study focuses on Chinua Achebe’s novel Things Fall Apart. Colonial discourse often painted Africa and its people as savages, primitives and with no social institutions. Achebe deconstructs the Eurocentric stereotypes and provides a vivid and realistic portrayal of Igbo society. The novel showcases the diversity of African societies that are ignored and biased by Western narratives, for instance, Joseph Conrad’s Heart of Darkness. The author presents a depiction of the Igbo lifestyle including its social hierarchy, economy, religion, political organization, gender roles and judicial system. Additionally, he highlights the profound cultural changes and disruption of the Igbo society with the arrival of the Christian missionaries. By writing the novel, Achebe creates a new language in which he infuses the English language with elements of the Igbo culture and linguistic system in order to capture the African experiences and perceptions. Things Fall Apart is a powerful counternarrative in which Achebe advocates the need for Africans to tell their own story and recover their identity. The purpose of this study is to analyze Things Fall Apart from a postcolonial perspective and criticism; to demonstrate the rise and development of postcolonial agency since Africa’s encounter with Europeans, approaching major cultural productions; to expose the image of Africa and Africans in Western literature; to trace the impacts of cultural loss and the acceptance of a new culture by the Igbo people in Things Fall Apart. In this dissertation, the novel is analyzed through the lens of postcolonialism, applying postcolonial theories and criticism.
O presente estudo centra-se no romance Quando Tudo se Desmorona de Chinua Achebe. O discurso colonial pintou frequentemente a África e o seu povo como selvagens, primitivos e sem instituições sociais. Achebe desconstrói os estereótipos eurocêntricos e apresenta um retrato vivo e realista da sociedade Ibo. O romance mostra a diversidade das sociedades africanas, que são ignoradas e distorcidas pelas narrativas ocidentais, por exemplo, Coração das Trevas de Joseph Conrad. O autor apresenta uma descrição do estilo de vida dos Igbos, incluindo a sua hierarquia social, economia, religião, organização política, papéis de género e sistema judicial. Além disso, destaca as profundas mudanças culturais e a rutura da sociedade Ibo com a chegada dos missionários cristãos. Ao escrever o romance, Achebe cria uma nova linguagem na qual infunde a língua inglesa com elementos da cultura e do sistema linguístico Ibo, de modo a captar as experiências e perceções africanas. Quando Tudo se Desmorona é uma poderosa contra narrativa em que Achebe defende a necessidade dos africanos contarem a sua própria história e recuperarem a sua identidade. O objetivo deste estudo é analisar Quando Tudo se Desmorona a partir de uma perspetiva e crítica pós-coloniais; demonstrar a ascensão e o desenvolvimento da agência pós-colonial desde o encontro de África com os europeus, abordando as principais produções culturais; expor a imagem de África e dos africanos na literatura ocidental; traçar os impactos da perda cultural e a aceitação de uma nova cultura pelo povo Ibo em Quando Tudo se Desmorona. Nesta dissertação, o romance é analisado através da lente do pós-colonialismo, aplicando teorias e críticas pós-coloniais.
O presente estudo centra-se no romance Quando Tudo se Desmorona de Chinua Achebe. O discurso colonial pintou frequentemente a África e o seu povo como selvagens, primitivos e sem instituições sociais. Achebe desconstrói os estereótipos eurocêntricos e apresenta um retrato vivo e realista da sociedade Ibo. O romance mostra a diversidade das sociedades africanas, que são ignoradas e distorcidas pelas narrativas ocidentais, por exemplo, Coração das Trevas de Joseph Conrad. O autor apresenta uma descrição do estilo de vida dos Igbos, incluindo a sua hierarquia social, economia, religião, organização política, papéis de género e sistema judicial. Além disso, destaca as profundas mudanças culturais e a rutura da sociedade Ibo com a chegada dos missionários cristãos. Ao escrever o romance, Achebe cria uma nova linguagem na qual infunde a língua inglesa com elementos da cultura e do sistema linguístico Ibo, de modo a captar as experiências e perceções africanas. Quando Tudo se Desmorona é uma poderosa contra narrativa em que Achebe defende a necessidade dos africanos contarem a sua própria história e recuperarem a sua identidade. O objetivo deste estudo é analisar Quando Tudo se Desmorona a partir de uma perspetiva e crítica pós-coloniais; demonstrar a ascensão e o desenvolvimento da agência pós-colonial desde o encontro de África com os europeus, abordando as principais produções culturais; expor a imagem de África e dos africanos na literatura ocidental; traçar os impactos da perda cultural e a aceitação de uma nova cultura pelo povo Ibo em Quando Tudo se Desmorona. Nesta dissertação, o romance é analisado através da lente do pós-colonialismo, aplicando teorias e críticas pós-coloniais.
