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Orientador(es)
Resumo(s)
O artigo estuda a paisagem urbana de Lisboa, que Mário de Carvalho privilegia enquanto cenário da sua ficção. Em articulação com a voz do narrador/autor, a cidade aparece como um espaço de digressão física e psicológica, evocando memórias das personagens, reflexões e experiência de vida. Sem ser o simples cenário em que decorre a acção, Lisboa ganha uma impressão psicológica, condicionada pela percepção subjectiva da realidade. São objecto de particular atenção contos cuja acção acontece em Lisboa, Era Bom que Trocássemos umas Ideias Sobre o Assunto (1995), Fantasia para Dois Coronéis e uma Piscina (2003) e A Arte de Morrer Longe (2010).
Descrição
Palavras-chave
Lisboa Carvalho, Mário de, 1944- - Crítica e interpretação Ficção portuguesa contemporânea Espaço
Contexto Educativo
Citação
Nobre, Ricardo (2018). «A “bela e nunca por demais celebrada cidade de Lisboa” na ficção de Mário de Carvalho». Colóquio/Letras, 198: 152-163.
Editora
Fundação Calouste Gulbenkian
