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Orientador(es)
Resumo(s)
O processo de envelhecimento suscita alterações nas rotinas diárias e familiares. Viver mais anos exige que se considerem essas implicações nas fases mais avançadas, contemplando dificuldades e necessidades à medida que a vulnerabilidade aumenta.
Esta pesquisa centrou-se num conjunto de homens 80+, em contexto urbano (município português de Odivelas), objetivando identificar e analisar as suas estratégias de ocupação do tempo e participação social. Foi realizado um inquérito por entrevista e efetuado o mapeamento dos roteiros relativos à utilização de serviços e recursos, através do software ArcGIS.
Verificámos que os níveis de participação social e a perceção do processo de envelhecimento eram condicionados por hábitos, rotinas e práticas individuais ao longo da vida ativa. Os inquiridos com práticas saudáveis, que mantêm os índices de participação social, revelam uma manutenção dos objetivos, encaram o futuro com otimismo e efetuam uma melhor autoavaliação da saúde. Por sua vez, a rede formal/informal, as condições habitacionais e a deslocação por meios próprios levam a uma maior autonomia e independência.
Descrição
Palavras-chave
Envelhecimento masculino, participação social, longevidade
Contexto Educativo
Citação
Maria João Bárrios e Cláudio Faustino, «Retratos sociais do quotidiano de homens com 80 e mais anos», Forum Sociológico, 38 | -1, 35-44.
