Publicação
Paracentese de seguimento na peritonite bacteriana espontânea : utilidade
| datacite.subject.fos | Ciências Médicas | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Baldaia, Cilénia | |
| dc.contributor.author | Mendonça, Joana Carolina Carvalho | |
| dc.date.accessioned | 2017-04-11T15:05:32Z | |
| dc.date.available | 2017-04-11T15:05:32Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description | Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2016 | pt_PT |
| dc.description.abstract | A Peritonite Bacteriana Espontânea (PBE) é uma complicação frequente na cirrose descompensada, com mortalidade no primeiro episódio de cerca de 30%. As mais recentes recomendações (AASLD) indicam que a paracentese às 48 horas de antibioterapia só deverá ser realizada se houver má resposta clínica e laboratorial. Por protocolo, o serviço de gastroenterologia do Hospital Santa Maria (HSM) realiza paracentese a todos os doentes após 48. Para avaliar a sua utilidade na abordagem da população com diagnóstico de PBE do serviço, realizou-se um estudo retrospetivo que incidiu num período de 53 meses. Foram incluídos todos os doentes com uma contagem de neutrófilos>250/mm3 na paracentese diagnóstica, (n=77). 79% dos doentes estavam a ter o primeiro episódio de PBE, e cerca de 84,4% não realizava profilaxia para esta. Na avaliação do líquido ascítico às 48h de antibioterapia, 12,99% evoluíram de forma positiva e mesmo assim alteraram a antibioterapia, e 16,88% não tiveram uma boa resposta e não mudaram de antibiótico. Com estes resultados conclui-se que a paracentese de seguimento não é um procedimento essencial na decisão terapêutica, e propõe-se uma abordagem mais baseada na clínica, como de resto já era aplicada, poupando o doente a procedimentos invasivos desnecessários. | pt_PT |
| dc.description.abstract | The Spontaneous Bacterial Peritonitis (SBP) is a usual complication of decompensated cirrhosis, and it has a mortality rate of 30% on the first episode. The most recent guidelines (AASLD) point that the paracentesis 48 hours after starting antibiotic therapy should only be performed if there’s a bad clinical and laboratorial response. By protocol, the gastroenterology service of the Santa Maria Hospital (SMH) performs a paracentesis to all there patients after 48h. To evaluate it utility on the population from service with the diagnosis of SBP, it has been performed a retrospective study that comprised 53 months. Their were included all patients with neutrophil count above 250/mm3 in the diagnoses paracentesis, (n=77). 79% of the patients were having the first SBP episode, and 84,4% weren’t doing prophylactic therapy for it.12,99% of the patients changed their antibiotic, even thou they had a favorable response in the evaluation of the ascites 48h after starting the therapy, and 16,88% didn’t change their antibiotics, even with a bad evolution. With this outcomes we can conclude that de follow-up paracentesis isn´t an essential procedure in the therapeutic decision, and we propose a clinical approach, saving the patient from unnecessary procedures. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201287676 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/27437 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Peritonite bacteriana espontânea | pt_PT |
| dc.subject | Paracentese | pt_PT |
| dc.subject | Gastroenterologia | pt_PT |
| dc.title | Paracentese de seguimento na peritonite bacteriana espontânea : utilidade | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Medicina | pt_PT |
