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Publicação

Epigrafia anfórica lusitana: uma perspectiva

dc.contributor.authorFabião, Carlos
dc.contributor.authorGuerra, Amílcar
dc.date.accessioned2014-01-15T16:36:43Z
dc.date.available2014-01-15T16:36:43Z
dc.date.issued2004
dc.description.abstractResumo: O estudo da epigrafia anfórica da Lusitânia encontra-se ainda numa fase incipiente, mais do que o estudo dos próprios contentores e do seu significado. Este contributo pretende ser uma primeira síntese, de carácter preliminar, sobre esse domínio da investigação. Analisam-se as marcas e grafitos, não apenas os já conhecidos, mas ainda um conjunto de materiais inéditos, procurando esboçar um quadro relativamente actualizado. Identificam-se e caracterizam-se dois hábitos epigráficos coevos, mas independentes: marcas impressa e grafitos, ambos circunscritos a um âmbito cronológico dos sécs. I e II d.C.. As primeiras são pouco frequentes e apresentam na maior parte dos casos tria nomina, sobre ânfora da Classe 20/21 (= Dressel 14 / Beltrán IV), com a excepção notória do centro oleiro do Porto dos Cacos onde as marcas ocorrem somente sobre contentores da forma Lusitana 3. Em vários centros oleiros não se conhece nenhuma marca contrariamente ao que sucede com os grafitos, invariavelmente presentes. Nestes últimos, observa-se uma repartição entre elementos de natureza numérica e alfabética, para além do registo de alguns símbolos, geralmente mais raros. Ambos hábitos epigráficos se perdem ao longo do tempo, não se registando qualquer marca a partir do séc. III, sendo muito raros também os grafitos desta época.
dc.description.abstractAbstract: The study of Lusitanian amphorae epigraphs is not improved contrary of the formal archaeological study. The aim of this paper is to presents a general view of published and some unpublished evidence on stamps and graffiti. Both epigraphic habits date from first and second centuries AD but were not totally related. Stamps are rare or absent, in some pottery centres, but the graffiti are always present. Tria nomina stamps revealed the Roman origin of the Lusitanian amphorae production and one can found them on Class 20/21 (= Dressel 14 / Beltrán IV) amphorae. The stamps at Porto dos Cacos are present on Lusitanian 3-amphora type and only one present the common tria nomina. The graffiti included both numeric and alphabetic signs and some rare iconic representations. Both epigraphic habits disappeared through the ages, as stamps are totally absent from Third century on and the graffiti are very rare.
dc.identifier.citationRemesal Rodríguez, Jose [ed.] - Epigrafia anforica. p. 221-243por
dc.identifier.isbn84-475-2803-0
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/10089
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherBarcelona: Universitat de Barcelona: cop. 2004por
dc.subjectArqueologiapor
dc.subjectÂnforaspor
dc.subjectLusitaniapor
dc.titleEpigrafia anfórica lusitana: uma perspectivapor
dc.typebook part
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage243por
oaire.citation.startPage221por
person.familyNameGonçalves Soares Fabião
person.givenNameCarlos Jorge
person.identifier.ciencia-id4718-7C15-D7C1
person.identifier.orcid0000-0001-6588-3930
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typebookPartpor
relation.isAuthorOfPublication7be553d8-ae92-45ae-9e88-8a7a2b3be6f9
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery7be553d8-ae92-45ae-9e88-8a7a2b3be6f9

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