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Orientador(es)
Resumo(s)
Como é que se morre em movimento? E como é que se recriam lugares
de pertença a partir dessa morte em movimento? Numa sociedade
ocidental em que a morte se tornou um tabu, e que é pensada como algo
que só acontece aos outros, este distanciamento face ao último rito de
passagem da vida pertence à esfera do mito e do preconceito – a suposta
invisibilidade da morte. Mas a morte levanta questões que se prendem
com a mobilidade dos indivíduos mas também com a criação de lugares
de pertença e de ligação com os espaços de origem.
Descrição
Palavras-chave
Morte Migrações Imigrantes
Contexto Educativo
Citação
Saraiva, C., Frangella, S., Rodrigues, I. (Orgs.) (2016). Movimentos, Espíritos e Rituais: Gestões da Morte em Cenários Transnacionais. Lisboa: ICS. Imprensa de Ciências Sociais
