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Publicação

Estudo da relação entre o estado nutricional e défice cognitivo em idosos

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorGuerreiro, Catarina Sousa
dc.contributor.authorAfonso, Cátia Sofia Pereira, 1988-
dc.date.accessioned2016-05-19T15:59:06Z
dc.date.available2016-05-19T15:59:06Z
dc.date.issued2014
dc.descriptionTese de mestrado, Nutrição Clínica, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014pt_PT
dc.description.abstractIntrodução: O estado nutricional é condicionado por vários fatores, incluindo o défice cognitivo, que representa uma das condições de saúde mais incapacitantes do individuo idoso. Objetivo: Estudar a relação entre o estado nutricional e a prevalência de défice cognitivo em idosos institucionalizados. Metodologia: Estudo transversal analítico de prevalência realizado em todos os utentes com idade igual ou superior a 65 anos, institucionalizados no Centro Social Padre Tomás Aquino Vaz de Azevedo entre Dezembro de 2012 e Junho de 2013 (N = 187), os quais foram avaliados relativamente ao estado nutricional e défice cognitivo. Resultados: Foi detetada uma associação estatisticamente significativa entre o Mini Nutritional Assessment ® e o Mini Mental State Examination (p <0.0001), verificando-se que a ausência de défice cognitivo está associado a um bom estado nutricional e, pelo contrário, a desnutrição é mais prevalente nos indivíduos com défice cognitivo. Verificou-se que a ausência de défice cognitivo estava associada a valores mais elevados de índice de massa corporal (p= 0.008), perímetro braquial (p= 0.000), perímetro abdominal (p= 0.000) e de perímetro geminal (p= 0.000). Quanto à perda de peso, observou-se que existe uma associação positiva entre a perda de peso e o défice cognitivo (p <0.0001). Foi igualmente identificada uma associação positiva entre a dependência na alimentação e a presença de défice cognitivo (p <0.0001), verificando-se que tendencialmente quem tem défice cognitivo apresenta maior dificuldade em alimentar-se sozinho. Ao relacionar a consistência da dieta com o resultado obtido no Mini Mental State Examination, verificaram-se diferenças estatisticamente significativas entre grupos (p <0.0001), ou seja, os idosos com défice cognitivo apresentam maior necessidade de dieta com consistência alimentar adaptada. Por fim, o défice cognitivo (Mini Mental State Examination) estava também associado a uma maior utilização de sonda nasogástrica (p <00001). Conclusão: Os idosos com défice cognitivo têm um pior estado nutricional em relação aos idosos sem défice cognitivo.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction: The nutritional status in the elderly is associated with several factors, including the cognitive deficit, which represents one of the most disabling health conditions in elderly. Objective: To study the relationship between nutritional status and the prevalence of cognitive impairment in institutionalized elderly. Methodology: An analytical cross-sectional study of prevalence in all individuals aged over 65 years, institutionalized in Centro Social Padre Tomás Aquino Vaz de Azevedo between December 2012 and June 2013 (N = 187), on which they were evaluated for the nutritional status and cognitive deficit. Results: It was detected a statistically significant association between the Mini nutritional Assessment ® and Mini Mental State Examination (p < 0.0001), verifying the absence of cognitive impairment is associated with good nutritional status and, by contrast, malnutrition is more prevalent in individuals with cognitive impairment. It was found that those who don´t have cognitive impairment show higher values of body mass index (p = 0.008), arm circumference (p = 0.000), waist circumference (p = 0.000) and leg circumference (p = 0.000). Regarding loss weight, it was observed that there is a positive association between weight loss and cognitive impairment (p < 0.0001). It was also found a positive association between dependence on feeding and the presence of cognitive impairment (p < 0.0001), verifying that the ones who have cognitive deficit tend to be feed by themselves with difficulty. By relating the consistency of the diet with the result obtained in the Mini Mental State Examination, significant differences were statistically revealed between groups (p < 0.0001), in other words, those with a cognitive impairment needed a more adapted food consistency diet. Finally, the impairment cognitive (Mini Mental State Examination) was associated with greater use of nasogastric tube (p <00001). Conclusion: Elderly patients with cognitive impairment have a worse nutritional status than the ones without cognitive impairment.pt_PT
dc.identifier.tid201150603pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/23751
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectIdosospt_PT
dc.subjectDemênciapt_PT
dc.subjectDéfice cognitivopt_PT
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_PT
dc.subjectEstado nutricionalpt_PT
dc.subjectTeses de mestrado - 2014pt_PT
dc.titleEstudo da relação entre o estado nutricional e défice cognitivo em idosospt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Nutrição Clínicapt_PT

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