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Publicação

«Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?». A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XX: tradições, inovações e contradições

dc.contributor.authorMartins, Ana Cristina
dc.date.accessioned2018-01-12T16:20:43Z
dc.date.available2018-01-12T16:20:43Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractAusente dos principais circuitos de produção, transmissão e recepção de conhecimento arqueológico, Eduardo da Cunha Serrão (1906‑1991) é essencial na formação de um conjunto de jovens liceais e universitários aos quais competiria definir e reorientar a política patrimonial no país já em plena democracia. Insistindo na actualização permanente de conhecimento e na adopção das mais recentes técnicas de escavação geradas, na sua maioria, em contexto britânico, E. da Cunha Serrão apela à interdisciplinaridade e colaboração institucional, assumindo‑se como expoente de uma ‘geração em trânsito’ determinante para o futuro da arqueologia em Portugal. Particularidades exploradas no texto a partir de uma sua interrogação eivada de aparente contradição.pt_PT
dc.description.abstractDespite being absent from the main circuits of production, transmission and reception of archaeological knowledge, Eduardo da Cunha Serrão (1906-1991) is essential in the formation of a group of university and high school youths who should define and reorient the heritage policy in the country already in Full democracy. Insisting on the constant updating of knowledge and the adoption of the most recent digging techniques generated, mostly in the British context, E. da Cunha Serrão appeals to interdisciplinarity and institutional collaboration, taking on the role of exponent of a decisive ‘transit generation’ for the future of archaeology in Portugal. Particularities explored in the text from an interrogation full of apparent contradiction.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationMartins, A. C. (2017). «Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?». A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XX: tradições, inovações e contradições. In J. M. Arnaud & A. Martins (Eds.), Arqueologia em Portugal / 2017 – Estado da Questão (pp. 87-98). Lisboa: Associação dos Arqueólogos Portugueses.pt_PT
dc.identifier.isbn978-972-9451-71-3
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10451/30505
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.publisherAssociação dos Arqueólogos Portuguesespt_PT
dc.relationSFRH/BDP/105375/2014pt_PT
dc.subjectSerrão, Eduardo da Cunhapt_PT
dc.subject‘Geração em trânsito’pt_PT
dc.subject“Nova arqueologia”pt_PT
dc.subjectCiência em Portugalpt_PT
dc.subject‘Generation in transit’pt_PT
dc.subject“New archaeology”pt_PT
dc.subjectScience in Portugalpt_PT
dc.title«Porque havemos de deixar nas mãos de especialistas estrangeiros perspectivas que tanto nos dizem respeito?». A colaboração arqueológica internacional no Portugal dos anos 50-60 do século XX: tradições, inovações e contradiçõespt_PT
dc.typebook part
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapt_PT
oaire.citation.endPage98pt_PT
oaire.citation.startPage87pt_PT
oaire.citation.titleArqueologia em Portugal / 2017 – Estado da Questãopt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typebookPartpt_PT

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