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Orientador(es)
Resumo(s)
Na Alcáçova de Santarém, é o período tardo republicano e alto imperial que melhor está documentado no registo arqueológico. Os estudos já realizados sob diferentes tipos cerâmicos de época romana (sigillata, paredes finas, ânforas, cerâmica comum. etc.) são evidente testemunho deste facto, não sendo portanto de estranhar a reduzida dimensão da amostra de ânforas lusitanas. No entanto, alguns exemplares foram recolhidos, concretamente os que podem integrar-se nas formas Almagro 50 e 51 e Dressel 14. É este o conjunto objecto de análise neste trabalho, apresentado-se os dados referentes aos contextos de recolha, bem como as características que permitem integrar alguns dos nossos exemplares em centros de produção específicos.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Arruda, A. M., Viegas, C., & Bargão, P. (2006). Ânforas lusitanas da Alcáçova de Santarém. Setúbal Arqueológica, 13 233-252
