| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 5.1 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Discute-se o papel das adaptações curriculares que permitem a alunos cegos usarem outros sentidos (audição, olfacto) para puderem participar nas actividades experimentais desenvolvidas em aulas de Físico-Química, do 3.º ciclo do ensino básico. Assumindo uma abordagem interpretativa e um design de estudo de caso, os participantes são alunos de duas turmas do 8.º ano de escolaridade e a respectiva professora desta disciplina. Os instrumentos de recolha de dados incluem a observação, questionários, entrevistas, protocolos dos alunos e recolha documental. O tratamento e análise de dados baseou-se numa análise de conteúdo narrativa e em estatística descritiva. Os resultados salientam a importância deste tipo de adaptações, que permitem a alunos cegos e seus colegas de turma trabalhar colaborativamente, nas mesmas actividades experimentais.
Descrição
Palavras-chave
Cegos Educação formal Físico-química Actividades experimentais Adaptações curriculares Inovação
Contexto Educativo
Citação
Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, número extra
